Sem indicar interessados, Ecclestone acerta venda de 35% das ações da F1 por R$ 31 bilhões

O jornal inglês 'The Sun' revelou que o preço da venda de 35% das ações da F1 foi acertado em R$ 31 bilhões. No entanto, Bernie Ecclestone segue sem indicar os interessados na compra

A grande notícia do início desta segunda-feira (28) envolveu a provável futura venda da F1. De acordo com o chefão da categoria, Bernie Ecclestone, a CVC já definiu o preço da categoria. O jornal inglês 'The Sun' revelou que o valor aceito pelo britânico por 35% das ações gira em torno de £6 bilhões, equivalente a R$ 31 bilhões. Bernie, no entanto, não indicou quem são os interessados na compra.
 
O valor informado pelo periódico fica abaixo do anunciado pelo 'Financial Times' em outubro do ano passado. De acordo com a publicação na oportunidade, o dono do Miami Dolphins Stephen Ross e um fundo do Catar estariam prontos para tentar um acordo de R$ 33 bilhões com a categoria em consórcio.
 
Em meio aos rumores da época, Ecclestone e Ross se encontraram em Londres no jogo que a NFL realizou em Wembley, justamente entre o Dolphins e o NJ Nets. Bernie, 84, desconversou quando indagado e disse que apenas falaram "sobre o futebol americano". Na sequência, disse que "gostaria de tê-lo entre nós", referindo-se ao bilionário empresário.
 
“Acho que a CVC vai tomar uma decisão sobre a venda mais cedo ou mais tarde”, afirmou Ecclestone em entrevista ao jornal britânico ‘Daily Mail’. 
Bernie Ecclestone busca acordos bilionários pelas ações da F1 (Foto: AP)
“Há pessoas que querem comprar. Na verdade, duas dessas pessoas concordaram com o preço. Agora é só uma questão de saber se a CVC quer vender ou não”, complementou.
 
Bernie disse que é impossível traçar um prognóstico de como seria a F1 nas mãos de novos donos. “Você não sabe o que vai acontecer até que alguém compre e você veja o que eles querem”, afirmou o dirigente britânico.
 
Na semana passada, Ecclestone deu mais uma prova de que está insatisfeito com os rumos da F1. Depois de criticar a adoção de um novo formato de treino classificatório, o britânico foi além e escreveu uma carta aos pilotos do grid, concordando com as críticas sobre as decisões e também sobre a gestão da categoria.
 
A emissora BBC teve acesso ao documento. "Nem sempre é fácil concordar com vocês, mas vocês estão corretos", escreveu o empresário de 85 anos. "Devemos, como vocês disseram, instigar os proprietários e os acionistas da F1 a considerar uma reestruturação de comando", completou Bernie.
 
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