Sem saber o que esperar da Mercedes, Hamilton ‘vira samurai’ para GP do Japão: “Preparado para a guerra”

Lewis Hamilton já abriu mão de tentar antecipar o que esperar do desempenho da Mercedes de corrida para corrida. E é por isso que o líder do Mundial de F1 nem pensa nisso na chegada ao Japão: o único foco é se preparar o máximo possível, como se estivesse de ida para a guerra

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O mês é outubro. Mesmo assim e com 34 pontos de liderança no Campeonato Mundial de F1, Lewis Hamilton não sabe como o carro da Mercedes irá se comportar em cada pista. Para não deixar o bom momento cair por terra no Japão e nem permitir que Sebastian Vettel se recupere, Hamilton só tem uma coisa a fazer: se preparar para a guerra.

 
Aliás, desde que chegou ao Japão, Hamilton não se furtou em falar de como o carro da Mercedes em 2017 é temperamental. Para tratar disso, apenas com bastante trabalho de preparação – o bastante para estar pronto para uma guerra com o volante e com os rivais.  
 
"Tudo o que eu posso fazer é ter certeza de que estou saudável, focado, no horário para as reuniões, e que tenha feito meu estudo e entendido o carro", disse. "Basicamente preparado para a guerra. É isso o que eu tento fazer, ter certeza de que a cada fim de semana eu estarei preparado da melhor forma", afirmou.
 
"Já estamos na parte final da temporada e eu ainda não tenho a menor ideia de quando o carro vai ser bom, onde será ótimo – como em Silverstone – ou quando vai ter dificuldades reais, como na Malásia ou Singapura", disse.
Lewis Hamilton (Foto: AFP)
Apesar de liderar o Mundial de Construtores bem como o de Pilotos, a Mercedes não domina a F1 como em outros anos. O que se deve, segundo Hamilton e também Toto Wolff, o diretor-executivo da equipe, à "diva" que chamam de carro.
 
"Eu não disse que era uma diva, Toto é que disse", brincou. "Não sei se eu tenho uma definição tão boa quanto essa, porque existe um grande potencial mas nem sempre quer fazer o que você manda. É a melhor forma de descrever", seguiu.

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