Wolff rechaça críticas de CEO da Red Bull: “Não são relevantes para mim”

Toto Wolff respondeu as críticas feitas por Oliver Mintzlaff e afirmou que decisão sobre segundo piloto da Mercedes pode demorar até meses. Chefe também desmentiu que pediu superlicença a Kimi Antonelli

A Mercedes segue como uma peça muito importante no mercado de pilotos da Fórmula 1 em 2025. Apesar da saída de Lewis Hamilton e do desempenho abaixo nas pistas, a dúvida sobre quem será o companheiro de George Russell na próxima temporada ainda paira. Toto Wolff, chefe de equipe, aproveitou o fim de semana em Miami para responder Oliver Mintzlaff, CEO da Red Bull, que criticou o interesse do time pelo tricampeão mundial Max Verstappen.

O empresário alemão, que virou o mandatário geral após a morte do fundador Dietritch Mateschitz acusou Toto Wolff de conduta antiética, e garantiu que o tricampeão nunca declarou qualquer interesse em deixar o time de Milton Keynes. Pela imprensa, Wolff foi curto e grosso: “Não sei o que este cara está falando. Não tem relevância para mim”, comentou.

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Toto desmentiu que um encontro entre a Mercedes e Max aconteceria após o GP de Miami. Wolff afirmou que a equipe ainda analisa todas as possibilidades enquanto espera uma resposta mais firme do neerlandês, e incluiu o nome de Carlos Sainz, que está de saída da Ferrari ao fim do ano.

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Toto Wolff (Foto: Marco Miltenburg/Racepictures)

“Sempre acontecem muitas reuniões. Não posso falar nada sobre o segundo piloto. Acho que falei sobre possibilidades, e quero ser justo a todos estes caras, sem parecer que estamos jogando um xadrez humano. Queremos levar nosso tempo, ver como Max pensa, e ao mesmo tempo monitorar outros pilotos. Carlos foi muito forte de novo hoje, e por isso estamos em modo de observação”, seguiu.

Toto também negou que a Mercedes buscou uma tentativa de abrir uma exceção para Andrea Kimi Antonelli ter a superlicença. O piloto italiano esteve recentemente nos holofotes como um possível novo piloto da Williams, mas por ter menos de 18 anos, precisaria de uma exceção.

“Muitas histórias foram criadas, e não ajuda em nada, porque ele precisa focar na Fórmula 2. Ele está fazendo muitos testes para alcançar a velocidade, e achamos que a decisão do segundo piloto está semanas, ou até meses de distância. Não abordamos a FIA para ter a superlicença”, concluiu.

Fórmula 1 retorna de 17 a 19 de maio com o GP da Emília-Romanha, no circuito de Ímola.

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