“Ver Senna foi o que me motivou a lutar para conquistar títulos”, afirma Hamilton

Lewis Hamilton definiu Ayrton Senna como o seu herói. O britânico lembrou que o piloto brasileiro foi a sua fonte de inspiração e principal referência na F1. Hoje, com o dobro de títulos do seu mentor, o hexacampeão lembra com carinho da homenagem que recebeu da família de Senna

Lewis Hamilton jamais escondeu a admiração e idolatria por Ayrton Senna. Seja nas cores do capacete, seja nas atitudes e no estilo de pilotagem do brasileiro, que morreu há exatos 26 anos, o hoje hexacampeão do mundo sempre colocou Senna como sua referência e fator motivacional para ser quem é hoje: um dos maiores da F1 em todos os tempos.
 
Em entrevista veiculada nesta semana pela revista italiana ‘Style’, Lewis falou do carinho que sente pelo ídolo. “Meu herói era Ayrton Senna. Sonhava em ser campeão do mundo, mas ver Ayrton foi o que me motivou a lutar para conquistar três títulos, como ele conseguiu”.
 
Hamilton foi, de fato, muito além do que Senna conquistou na F1. Ao longo de uma carreira que começou em 2007 e já dura 13 temporadas, o britânico disputou 250 GPs, faturou nada menos que 84 vitórias e tem o recorde de 88 poles. Outro número importante de Lewis é o de pódios, 151. 
 
Nas estatísticas de vitórias e pódios, o campeão das temporadas de 2008, 2014, 2015, 2017, 2018 e 2019 só está atrás de Michael Schumacher.
 
Senna, por sua vez, esteve na F1 por dez anos, entre 1984 e 1994 e disputou 161 GPs até ter sua trajetória interrompida pelo acidente fatal no GP de San Marino de exatos 26 anos atrás. O brasileiro conquistou os títulos de 1988, 1990 e 1991, venceu 41 GPs, marcou 65 poles e levantou 80 troféus na principal categoria do automobilismo mundial.
 
Ao falar sobre conquistas e taças, Hamilton falou sobre a que considera a mais especial na sua galeria. Não é sobre nenhum título mundial, mas sim um presente da família de Senna. Lewis ganhou um capacete original que era de Ayrton depois que igualou a marca de 65 poles do brasileiro no GP do Canadá de 2017. 
 
Na ocasião, o piloto da Mercedes foi às lágrimas. “De todos os troféus e de tudo o que tenho em casa, esse é, sem dúvida, o mais especial”, recordou o hexacampeão que, nesta semana, rendeu uma homenagem a Senna nas redes sociais.

E não percam nesta sexta-feira, às 21h (horário de Brasília) no canal do GP no YouTube, o Cadeira Cativa especial: Flavio Gomes, Alex Ruffo e Mário Andrada e Silva contam tudo sobre Ímola 1994.

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