Com intenção de ser ‘F2 da F-E’, consórcio belga-americano apresenta novo monoposto elétrico: o Formulino E

O Formulino E nasceu. Novo monoposto elétrico, produzido por um consórcio que envolve Dallara e Punch Powertrain, mas que não tem relação com a F-E, foi apresentado em Genebra nesta quarta-feira (15). A intenção é de que o Formulino E seja o carro da nova categoria-satélite do automobilismo elétrico

 

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Uma nova categoria de monopostos elétricos está dando seus primeiros passos. Por enquanto, o carro foi apelidado de Formulino E e lançado na manhã desta quarta-feira (15), durante o Congresso Europeu de Baterias, Hibridismo e Célula de Combustível para Veículos Elétricos, realizado em Genebra. Feito em uma colaboração entre a Dallara e a construtora belga Punch Powertrain, o carro, ao menos num primeiro momento, não tem participação da F-E ou da FIA.

 

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Embora não tenha sido divulgado, é concepção geral de que o projeto mira equipes menores e escolas de pilotagem. O carro já é uma realidade e realizou um shakedown na pista belga de Zolder nesta semana. É o ex-diretor-executivo de Zolder, Thierry Deflandre, que comanda o consórcio responsável pela ideia do Formulino E. E Deflandre gostaria de ver a nova categoria como um campeonato-satélite de F-E ou da GT Electric – algo como que a GP2, agora F2, para a F1.

 
Quem aprova a ideia é Lucas Di Grassi. "É muito boa. Ter uma escola ou carro básico é muito importante. A melhor forma de se preparar [para guiar na F-E] por enquanto é passar pela rotina – F3, F2, talvez DTM -, mas conforme a F-E evolui é natural que os pilotos sejam preparados em outro local", analisou a pedido do site norte-americano 'Motorsport.com'. 
 
"É muito positivo ouvir que isso está acontecendo tão cedo. É uma boa preparação, como F2 para a F1, e será muito mais barato e menos complexo de andar. Se alguém quiser preparar um piloto, ou até manter um reserva, podem ganhar conhecimento. É uma escolha muito positiva dos contrutores", afirmou.
 
O Formulino E foi criado com base no conceito que a Dallara desenvolveu há exatos dez anos, em 2007, para fornecer chassis para a ADAC F-Masters e a MRF Challenge, da Índia. O carro terá um motor que vai de 120 a 200 kw de potência e uma velocidade máxima de 120 km/h. Apesar da potência máxima ser a mesma da F-E, o peso do carro é bem diferente. Sem piloto, o peso do Formulino é de 545 kg, enquanto o carro da F-E tem um limite de 880 kg – piloto incluso. 
Formulino E (Foto: Reprodução/Twitter)
As baterias têm apenas 15 kwh, o que dá o suficiente para 15 minutos de pista. "Sete ou oito voltas em Zolder", segundo Deflandre. Mas o dirigente acredita que após mais algumas mudanças no carro seja possível trocar baterias em menos de 1min. Desta forma, com trocas e recarga acelerada, a nova categoria pode dispensar as trocas de carro da F-E. 
 
"Nossa meta é aprontar 20 carros esse ano. Depois disso podemos aumentar a produção. Estamos em negociação para iniciar a primeira corrida já neste ano. Seria parte de nossa curva de aprendizado", falou o diretor ao site. 
 
De acordo com Deflandre o carro é produto de três anos e meio de trabalho. A estimativa é que cada modelo custe cerca de R$ 2,7 milhões. 
 
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