Günther dá bote na volta final, passa Rowland e vence na estreia do Pit Boost em Jedá

Maximilian Günther gerenciou melhor as potências extras do carro, alcançou Oliver Rowland e fez a ultrapassagem na última curva para vencer a corrida 1 do eP de Jedá

Em meio à grande expectativa da estreia do Pit Boost, carga de potência extra dada aos Gen3 Evo durante a corrida na Fórmula E, a DS Penske gerenciou melhor a estratégia de corrida e Maximilian Günther caçou Oliver Rowland para ultrapassar o britânico na última curva e vencer a corrida 1 do eP de Jedá, que aconteceu nesta sexta-feira (14), na Arábia Saudita.

Os pilotos tiveram de ir ao pit-lane uma vez, obrigatoriamente, para a carga de 30s. A carga gerou duas ativações de potência extra ao longo da prova e impulsionar o carro de 300 kW para 350 kW, potência utilizada durante a classificação. Melhor para Günther, que soube trabalhar com a parada e os acionamentos do Modo Ataque, aproveitou o potencial do carro e a energia extra para garantir a vitória na última oportunidade que teve.

Taylor Barnard, Nyck De Vries, Jake Hughes, Jean-Éric Vergne, Edoardo Mortara, Sam Bird, António Félix da Costa e Stoffel Vandoorne fecharam o top-10. O brasileiro Lucas Di Grassi não conseguiu escalar o grid e finalizou a prova em 16º.

Vale o destaque, ainda, para o show-précorrida organizado em Jedá. A cidade deu boas-vindas à Fórmula E com uma apresentação repleta de pirotecnia, luzes e drones no céu.

A manobra que deu a vitória a Günther em Jedá (Vídeo: Fórmula E/GRANDE PRÊMIO)

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A Fórmula E volta a acelerar neste sábado (15), com o TL3 às 6h45 (de Brasília, GMT-3), 8h50 classificação e a partir das 13h30 a corrida 2. O GRANDE PRÊMIO faz cobertura completa do evento e transmite todas as atividades AO VIVO e COM IMAGENS pelo YouTube.

Saiba como foi a corrida 1 do eP de Jedá:

Logo na primeira curva, um verdadeiro show de horrores na pista. Mitch Evans atingiu a traseira de Pascal Wehrlein e fez com que o alemão entrasse nos boxes logo no início da prova. Além disso, Nico Müller atropelou o bólido de Da Costa, destruiu a dianteira do Gen3 Evo da Andretti e precisou abandonou a corrida.

Pole, Günther manteve a liderança e conseguiu abrir uma diferença de quase 2s para Rowland, o segundo colocado, nas primeiras voltas. Barnard escapou da confusão e conseguiu subir para a terceira posição, seguido de De Vries, Hughes, Vergne, Ticktum, Cassidy, Da Costa e Nato.

Cinco voltas após o acidente, Evans também foi aos boxes, trocou a asa dianteira e voltou uma volta atrás do pelotão. Ele ainda foi punido com 5s pelo acidente com Wehrlein.

Aos poucos, Günther foi perdendo a diferença para Rowland, até a entrada do safety-car na volta 7 por conta de um pedaço do carro de Da Costa, que se soltou no meio da pista.

Oliver Rowland (Foto: Nissan)

No retorno da corrida, já na volta 9, as confusões diminuíram e a corrida fluiu. De Vries ultrapassou Barnard na curva 13. O britânico da McLaren ainda tocou a traseira do neerlandês e perdeu a quarta posição para Hughes.

Na volta 11, Günther cedeu a liderança da corrida para Rowland com o objetivo de aproveitar o vácuo e poupar bateria no meio da prova.

A partir da volta 14, os pilotos começaram os acionamentos do Modo Ataque e as paradas do Pit Boost, gerenciando as estratégias para tentar trabalhar com as potências extras da melhor maneira na pista.

Nyck de Vries (Foto: Fórmula E)

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De Vries ganhou a posição de Günther nos boxes, após o Pit Boost, e voltou na frente. Barnard e Hughes, que pararam antes, conseguiram sair na frente do neerlandês e do alemão, encabeçando o grid após todas as paradas junto com Rowland, que parou depois de acionar o primeiro Modo Ataque e conseguiu manter a liderança da corrida e abriu 4s de vantagem para De Vries.

Nas últimas dez voltas, a preocupação do inglês foi em acionar o último Modo Ataque e continuar na liderança. E isso foi feito, mas Günther recuperou as posições que perdeu e teve mais bateria para chegar na última volta pressionando Rowland.

O alemão, com o Modo Ataque ativado, foi frio o bastante para progredir e, na última curva, fazer a ultrapassagem para garantir uma vitória épica na temporada. Após a prova, o brasileiro Lucas Di Grassi foi desclassificado por ter excedido o limite de energia disponível para a corrida.

Fórmula E 2024/25, 3ª Etapa, eP de Jedá 1:

POSCarroPilotoEquipeDiff
17M GÜNTHERDS Penske31 voltas
223O ROWLANDNissan+ 0.864
35T BARNARDMcLaren+ 1.153
421N DE VRIESMahindra+ 1.448
555J HUGHESMaserati+ 9.814
625JE VERGNEDS Penske+ 10.172
748E MORTARAMahindra+ 11.312
88S BIRDMcLaren+ 11.751
913A FÉLIX DA COSTAPorsche+ 12.232
102S VANDOORNEMaserati+ 13.141
1137N CASSIDYJaguar+ 14.625
1216S BUEMIEnvision+ 16.807
134R FRIJNSEnvision+ 17.768
143D BECKMANNCupra Kiro+ 20.710
151P WEHRLEINPorsche+ 32.522
1622Z MALONEYLola Yamaha+ 42.713
1717N NATONissan+ 49.012
1833D TICKTUMCupra Kiro+ 1:14.128
199M EVANSJaguar+ 1 volta
2027J DENNISAndrettiNC
2151N MÜLLERAndrettiNC
 11L DI GRASSILola YamahaDSQ

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