Enquanto a Ducati se decide em relação a qual a melhor opção para parear Francesco Bagnaia na temporada 2023 da MotoGP, o GRANDE PREMIUM colocou Lado a Lado as duas opções da casa de Borgo Panigale

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MARC MÁRQUEZ TOMA DECISÃO CORAJOSA PARA SALVAR CARREIRA NA MOTOGP

ENEA BASTIANINI OU JORGE MARTÍN: QUEM VAI FICAR COM A VAGA NA DUCATI EM 2023. Em um ano onde a silly-season da MotoGP tardou mais do que o normal, a casa de Bolonha tem um dos assentos mais cobiçados do grid, mas o destinatário é quase certo, afinal, são basicamente duas opções: o italiano da Gresini ou o espanhol da Pramac.

Verdade seja dita, quase ninguém trabalhou melhor do que a Ducati no que diz respeito a desenvolver jovens talentos. Os italianos montaram um elenco forte e na precisam olhar para fora dos próprios domínios na hora de buscar candidatos ao time de fábrica.

Enea Bastianini é forte candidato à vaga ao lado de Francesco Bagnaia na Ducati em 2023 (Foto: Gold & Goose/Red Bull Content Pool)

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▶️ Como está o grid da MotoGP na temporada 2023

Foi assim, aliás, que Bagnaia chegou lá. Campeão da Moto2 em 2018, Pecco saltou para a MotoGP no ano seguinte para defender a Pramac, a equipe satélite. Depois de dois anos por lá, chegou ao time de fábrica em 2021 e já renovou contrato até 2024.

A outra vaga hoje é ocupada por Jack Miller, que também passou antes pela Pramac para poder depois desembarcar na estrutura oficial de Borgo Panigale.

No caso de Martín e Bastianini, ambos chegaram à MotoGP em equipes privadas clientes da casa italiana, mas em condições diferentes. Campeão da Moto3 em 2018, o espanhol foi uma aposta da Ducati e foi direto para a Pramac, de cara contando com o apoio da estrutura comandada Gigi Dall’Igna. O italiano, por outro lado, mesmo trazendo na bagagem o título de 2020 da Moto2, chegou pela Avintia com moto defasa e precisou conquistar a confiança do construtor.

Jorge Martín segue na briga por uma vaga na equipe de fábrica (Foto: Divulgação/MotoGP)

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Inicialmente, Jorge era o favorito na concorrência para um lugar no time oficial, mas, pouco a pouco, Enea foi ganhando protagonismo. Ano passando, mesmo correndo em uma equipe de baixo orçamento e com uma moto defasada, Bastinini conseguiu dois pódios em Misano que serviram de argumento para aumentar o suporte dado pela Ducati. Não foi o suficiente para GP22, mas, no fim das contas, isso acabou sendo até uma sorte, já que a moto deste ano tardou a dar os resultados esperados.

Em uma Gresini que vem se destacando em todas as categorias em 2022, Bastianini segue vivo na briga pelo título, enquanto Martín tem tropeçado constantemente, com dificuldades até mesmo para terminar as corridas. Até aqui, o espanhol já soma nove quedas neste ano e, embora Enea já tenha atingido a marca de 11, Jorge abandonou mais corridas, daí o impacto mais significativo dos tombos.

Para dar um panorama geral da disputa entre ambos, o GRANDE PREMIUM colocou Lado a Lado os dados mais significativos das carreiras deles até aqui. Confira:

O Mundial de MotoGP voltas às pistas na semana que vem, para o GP da Catalunha, em Barcelona. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades do Mundial de Motovelocidade 2022.

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