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MotoGP

Dois meses após dispensa, Snipers dá nova chance e contrata Fenati para temporada 2019 da Moto3

64 dias após demitir Romano Fenati por conta da ação no GP de San Marino e da Riviera de Rimini, a Snipers ofereceu o caminho para a reconstrução da carreira do italiano. O time comandado por Stefano Bedon contratou o italiano para a temporada 2019 da Moto3

 
64 dias após ser demitido, Romano Fenati vai ganhar uma nova chance no Mundial de Motovelocidade. E pelas mãos da própria Snipers. A equipe comandada por Stefano Bedon escalou o italiano para formar par com Tony Arbolino na Moto3 em 2019.
 
Fenati foi dispensado pelo time italiano após puxar o freio de Stefano Manzi durante a prova da Moto2 em Misano. O piloto também perdeu a vaga que teria na Forward em 2019, mas viu sua suspensão ser reduzida pela Federação de Motociclismo da Itália recentemente. A FIM (Federação Internacional de Motociclismo), por sua vez, retirou a licença de Romano até o fim deste ano.
 
Romano, que chegou a dizer que iria se aposentar, agora será resgatado pela própria Snipers, mas para correr na Moto3.
Romano Fenati vai ganhar nova chance na Snipers (Foto: Ongetta)
Embora o anúncio oficial ainda não tenha saído, Bedon conversou com o site italiano ‘GPOne’ e explicou a razão de Fenati ser colocado na Moto3. Ao menos por enquanto.
 
“A lista de inscritos do Mundial deve sair entre hoje e amanhã. Mas ainda não está tudo 100% certo”, explicou Bedon. “Vamos colocar Romano na pista, mas, no momento, ainda não está certo em que categoria. Definitivamente na Moto3, porque, no momento, não há espaço na Moto2”, seguiu.
 
“A IRTA não está contente com algumas equipes e, caso alguém pule fora, neste caso existe a possibilidade de Fenati fazer a Moto2”, contou.
 
Ainda, Bedon avaliou que Fenati não devia pagar a vida toda pelo erro que cometeu em San Marino.
 
“Na verdade, nós nunca o abandonamos. Nós achamos que não é justo pagar a vida toda por um erro”, ponderou. “O período seguinte em Misano, foi tão ruim para ele para ele quanto foi para nós. Nós fomos forçados a demiti-lo, porque uma equipe é uma empresa, que tem deveres com seus financiadores e clientes, mas, vendo em perspectiva, a coisa não tem sua lógica geral. Tinha sentido demiti-lo, assim como hoje faz sentido oferecer a ele uma outra possibilidade”, reforçou.
 
Por fim, o dirigente destacou o apoio da Dorna, promotora do campeonato, no processo de trazer Fenati de volta ao Mundial de Motovelocidade.
 
“Eu gostaria de enfatizar que a Dorna foi fantástica. Ela nunca nos abandonou. Na verdade, nos ajudou em todos os sentidos. Vamos tentar recompensar da melhor forma possível, por nós e por Fenati”, concluiu.
 

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