MotoGP

Márquez vê Dovizioso como rival mais forte e põe domínio da Argentina como exceção: “O normal é o do Catar”

Em visita a São Paulo, Marc Márquez avaliou que a performance dominante exibida em Termas de Río Hondo foi uma exceção, já que o normal é um cenário mais competitivo como aquele do GP do Catar. Mesmo sem querer falar em título, o espanhol colocou Andrea Dovizioso como o rival mais forte

Grande Prêmio / JULIANA TESSER, de São Paulo
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Marc Márquez não quer se deixar levar pela atuação dominante do GP da Argentina. Na visão do piloto da Honda, a competitividade exibida no Catar é muito mais fiel a realidade atual da MotoGP. 
 
No último fim de semana, o #93 ignorou completamente a concorrência em Termas de Río Hondo. Largando na pole, Marc chegou a abrir cerca de 12s de frente para os rivais, mas recebeu a bandeirada com 9s816 de vantagem para Valentino Rossi, o segundo colocado. 
 
Após o GP da Argentina, Márquez desembarcou em São Paulo para um encontro com a imprensa e contou que vê o GP do Catar como um retrato mais fiel da realidade da MotoGP.
Marc Márquez vê Andrea Dovizioso como principal rival em 2019 (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
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Questionado sobre quem vê como mais cotado para ficar com o vice-campeonato em caso de um novo título, Márquez respondeu: “É muito cedo. Tudo pode acontecer, são muitas corridas”.
 
“Nós saímos da Argentina e parece que tudo vai ser fácil, mas não vai ser assim. O normal é o do Catar, não o da Argentina”, garantiu.
 
Ainda assim, Márquez apontou Andrea Dovizioso como o principal rival, até por conta da boa fase exibida pelo #4 nos últimos anos. O #93 também citou Rossi, mas entende que falta regularidade à Yamaha.
 
“Eu vejo Dovizioso mais forte. Ele vem de dois anos muito bons, tem muita experiência, vai rápido em todas as condições, vai rápido em todos os circuitos”, apontou. “A Yamaha, Valentino e a Yamaha estão um pouco mais... não são tão constantes, então vamos ver, mas o curioso é que, a cada ano, os nomes são os mesmos. No ano passado, acabamos Valentino, Dovizioso e eu como os três primeiros e começamos igual”, completou.