Michelin renova contrato e segue como fornecedora única dos pneus da MotoGP até temporada 2023

A Dorna, promotora do Mundial de Motovelocidade, anunciou neste sábado (21) a renovação do contrato com a Michelin. Fábrica francesa seguirá como fornecedora única dos pneus da classe rainha até, pelo menos, a temporada 2023

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Considerada uma das responsáveis pelo atual nível de competitividade da MotoGP, a Michelin seguirá fornecendo os pneus da classe rainha até, pelo menos, a temporada 2023. O anúncio foi feito neste sábado (21) em Phillip Island.
 
Depois de abandonar o esporte quando do fim da guerra de pneus, a Michelin voltou à MotoGP em 2016, assumindo o lugar da Bridgestone. O contrato inicial chega ao fim no próximo ano.
Michelin vai seguir como fornecedora única da MotoGP até 2023 (Foto: Michelin)

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Diretor da divisão esportiva da Michelin, Pascal Couasnon celebrou o novo acordo e ressaltou a importância da MotoGP para o desenvolvimento dos pneus de rua da marca.
 
“Depois de duas temporadas que viram a performance dos pneus e a estratégia fazerem uma contribuição real ao show entregue pela divisão de elite das corridas de moto, a Dorna Sports decidiu estender sua colaboração com a Michelin como um parceiro técnico e fornecedor exclusivo de pneus para a MotoGP pelos próximos cinco anos”, disse Couasnon. “Nós, naturalmente, estamos muito felizes por termos conquistado a confiança de Carmelo Ezpeleta e sua equipe”, continuou.
 
“A Michelin pretende usar sua continua associação com a Dorna Sports para continuar desenvolvendo um pneu cada vez mais seguro e mais competitivo, assim como inovações que vão seguir para beneficiar nossos pneus de rua”, comentou. “A Michelin também está encantada por continuar trabalhando com equipes e pilotos que nos deram uma calorosa acolhida quando voltamos depois da nossa ausência no campeonato e construindo em cima do senso de orgulho sentido pela nossa equipe depois do nosso bem sucedido retorno à MotoGP”, completou.
 
Apesar de ser apontada como parte vital para a competitividade da categoria, a Michelin não é isenta de críticas e ainda precisa encontrar uma solução, por exemplo, para o caso de Dani Pedrosa, que não consegue aquecer devidamente os compostos por conta de sua pouca estatura.
 
Desde que voltou ao Mundial, a Michelin também enfrentou algumas crises, como o pneu se decompondo de Scott Redding na Argentina no ano passado e a falha com o calçado de Loris Baz ainda na pré-temporada do mesmo ano.
 
A fábrica francesa, porém, sempre mostrou uma impressionante capacidade de reação, o que foi apontado como um dos motivos para a renovação do vínculo com a MotoGP.
Diretor-executivo da Dorna, Carmelo Ezpeleta avaliou que a MotoGP só fez crescer desde a chegada da Michelin.
 
“Estou muito feliz de que a MotoGP e a Michelin vão continuar sua colaboração por mais cinco anos”, celebrou. “A MotoGP só continuou a crescer, empolgar e emocionar fãs desde que a Michelin subiu a bordo como fornecedora única de pneus em 2016, e nós estamos orgulhosos de que nossa parceria vai mais uma vez fornecer as fundações para mais cinco anos de corridas incríveis. Esta é uma notícia fantástica para os times e os pilotos conforme olhamos para o futuro”, concluiu.
 

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