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MotoGP

MotoGP realiza cinco voos e transfere motos retidas no Catar de volta para Europa

Após pouco mais de um mês, o Mundial de Motovelocidade 'resgatou' todo o equipamento que ficou preso no Aeroporto do Catar. Foram necessários cinco voos para que voltassem para a Europa. Agora, ficaram em galpão seguro a espera da próxima etapa

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Enfim todo o equipamento do Mundial de Motovelocidade voltou para a Europa. A MotoGP, cerca de um mês e meio após o GP do Catar, ‘resgatou’ as motos e demais máquinas retidas em Doha com o uso de cinco aviões.
 
A classe rainha foi diretamente afetada pela crise do coronavírus. Na semana da abertura do calendário, diversas proibições foram impostas, com apenas a Moto2 e Moto3 podendo disputar a primeira etapa de 2020, no dia 8 de março.
 
Entretanto, todas equipes da MotoGP estavam com as motos e equipamentos no circuito de Losail. O motivo é que, na semana anterior, havia sido realizada a última bateria de testes coletivos pré-temporada. Com isso, foram transferidos para o depósito do aeroporto de Doha.
 
Trabalhando junto com a Qatar Airways, companhia aérea parceira do Mundial, a organização destacou que as motos estavam em local de “alta segurança e de clima controlado”. A intenção original é de que fossem transportadas para qualquer lugar que recebesse a etapa seguinte do calendário.
MotoGP 'resgata' motos presas no Catar (Foto: Reprodução)
Mas as coisas não saíram como o esperado, já que as primeiras sete corridas foram adiadas ou canceladas por conta da piora da situação do Covid-19. Então, foi decidido que as motos e equipamentos seriam transferidos para uma instação segura na Catalunha, perto da sede da Dorna em Barcelona.
 
Por conta da alta demanda de voos de repatriação do Catar para a Espanha, a promotora da MotoGp trabalhou com a companhia aérea para organizar os cinco voos necessários para levar o material de volta para a Europa. Tudo começou no dia 1º de abril com um avião; os dois seguintes voaram nos dias 8 e 10 do mesmo mês, todos com destino a Zaragoza. O penúltimo voo aconteceu dia 12, com o último sendo nesta quarta-feira, 22.
 
Uma vez que todos os equipamentos estejam no velho continente, farão nova viagem, mas agora sendo a transferência para o local seguro nas imediações de Lleida.
 
A maior parte das máquinas, incluindo as de propriedade da Dorna, ficarão no galpão a espera da próxima corrida, ainda sem previsão para acontecer. Entretanto, outra parte vai ser devolvida para as equipes e empresas.
 

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