Otimista após testar forma física pilotando, Rossi fala de acidente e diz: “Talvez minha carreira no motocross tenha acabado”

Valentino Rossi reconheceu que teve sorte por não ter sofrido nenhuma lesão maior no acidente que sofreu um treino de motocross na semana passada. Italiano fez uma avaliação de sua forma física a bordo de uma scooter e mostrou otimismo para o fim de semana

 

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Valentino Rossi não está no auge da forma física, mas mostrou otimismo ao falar do GP da Itália. O italiano foi liberado pelos médicos na manhã desta quinta-feira (1) para correr em Mugello.

 
No último dia 25, o #46 sofreu um acidente enquanto treinava de motocross na pista do Cross Club Cavallara, em Mondavio. Após o acidente, Valentino foi levado imediatamente ao hospital Infermi di Rimini, onde passou a noite em observação. 
Valentino Rossi foi atingido pelo guidão da moto (Foto: Divulgação/MotoGP)

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O italiano sofreu leves lesões hepáticas e renais, mas não foi diagnosticado com nenhuma fratura. Ainda assim, Rossi declarou na quarta-feira que ainda sente “dores severas” em decorrência do acidente.
 
Falando à imprensa no traçado de Scarperia, Valentino contou que sua condição física segue melhorando e reconheceu que achou que não seria possível correr em Mugello logo após o acidente.
 
“Eu estava em Cavallara e é uma das minhas pistas favoritas”, contou Rossi. “Infelizmente, na descida de um salto, eu desci um metro fora da pista, onde o piso é muito macio. Então quando eu desci, a moto parou e eu saí pela frente, atingi aqui no guidão [apontando para o estômago] e também dei uma pancada forte no chão”, seguiu.
 
“Foi uma queda feia. Muito dolorosa. Especialmente no estômago e em toda a frente. Fiquei uma noite no hospital, porque estava difícil respirar, mas também quando voltei para casa tive dois ou três dias que foram bastante doloridos. Estava bem negativo para a corrida”, disse. “Mas, dois dias atrás, a situação melhorou bastante, especialmente eu comecei a respirar melhor. Agora nós só temos de esperar e ver o que acontece quando piloto a M1, porque, com certeza, o estresse é bem algo”, apontou.
 
“Mas ontem eu testei uma moto, eu testei a T-Max e, depois, a R6. Me senti bem no banco e posso me mover sem muita dor, então estou bem otimista, mas o estresse não é comparável”, reconheceu.
 
Questionado sobre o que vai ser mais difícil, Rossi respondeu: “Para pilotar a moto, acho que duas coisas: minha movimentação no banco, para mudar a direção, o que aqui em Mugello é bastante severo, e, especialmente, porque para forçar, você precisa respirar fundo e eu ainda tenho alguma dor. São essas as coisas que preciso entender”.
 
“Com certeza, não estou 100%, mas ainda é quinta-feira, então também será importante tentar melhorar para domingo e fazer uma boa corrida”, declarou.
 
Ciente de que poderia ter se machucado com mais seriedade, Rossi admitiu que o acidente em Cavallara pode marcar o fim de sua ‘carreira’ no motocross.
 
“Eu sempre faço motocross, também depois de 2010 [quando se machucou], porque eu gosto. Curto bastante e acho que é o melhor treinamento, física e mentalmente. Mas acho que, depois desta queda, minha carreira talvez tenha acabado!”, brincou.
 
“Me sinto sortudo, porque, sinceramente, com aquela queda, é muito fácil quebrar alguma coisa e ficar em casa em duas das corridas mais importantes das temporada. Então para mim é ótimo estar aqui e tentar amanhã”, completou.
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