Redding revela que pensou que carreira na MotoGP tinha chegado ao fim após ser dispensado na Pramac

Scott Redding admitiu que pensou que sua carreira na MotoGP tinha chegado ao fim quando a Pramac anunciou a contratação de Jack Miller. Britânico vai substituir Sam Lowes na Aprilia em 2018

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Dono de uma atuação discreta na temporada 2017, Scott Redding admitiu que pensou que sua carreira na MotoGP tinha chegado ao fim antes de receber uma proposta da Aprilia. O britânico vai substituir Sam Lowes no time de Noale no ano que vem.
 
Falando ao site norte-americano ‘Motorsport.com’, Redding contou que pensou que sua carreira na MotoGP tinha terminado quando a Pramac confirmou, durante o fim de semana em Sachsenring, a contratação de Jack Miller, já que não tinha nenhuma oferta em mãos.
Scott Redding chegou a pensar que não teria vaga na MotoGP em 2018 (Foto: Pramac)

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“Depois de Sachsenring, não tinha nada lá para mim”, contou Redding. “Estava acabado, a MotoGP estava acabada para mim. Foi uma corrida de merda e um fim de semana de merda”, lembrou.
 
“Antes de ser anunciado, tive as férias de verão para descansar, resolver algumas coisas fora das corridas. Tive muitas coisas para resolver e consegui fazer isso, e tive de trabalhar na minha mentalidade, na minha pilotagem, em como me preparar para trabalhar mais”, explicou. “Quando você está neste tipo de categoria, com os melhores caras do mundo, se você é fraco, você sofre. É assim que é. Então você precisa voltar e preparar uma reação, e foi isso que eu consegui fazer”, apontou.
 
Ainda, Redding contou que teve chance de guiar pela Aprilia antes, mas considerou que não tinha a experiência necessária para ajudar no desenvolvimento de um protótipo. O britânico citou a experiência atual de Sam Lowes para justificar sua decisão.
 
“A Aprilia me ofereceu um contrato muito bom quando cheguei na MotoGP, mas eu não senti que estava pronto para ir para uma moto de fábrica que não estava desenvolvida”, contou. “É uma combinação ruim”, justificou.
 
“Veja o Sam neste ano ― é difícil se você não conhece nenhuma outra moto, se você não conhece os freios de carbono, se não conhece a eletrônica, se não conhece esses pneus. Como ele pode melhorar? Era isso que me assustava”, explicou. “Eu estive na Honda, com Bridgestone, estive com a Ducati, com Michelin. São duas motos diferentes que posso julgar, então posso dizer: ‘Ok, com a Aprilia isso é bom e isso é ruim’”, disse. “Então essa experiência, eu tenho informação. Mas quando você não tem informação, não pode melhorar. É como ter uma caixa de ferramentas: se você não tem ferramentas, não pode resolver o problema”, comparou.
 
“Era por isso que tinha de esperar. Não queria ser ansioso, pegar o dinheiro da Aprilia e aí, depois de dois anos, ser descartado, porque não podia ajudá-los”, contou. “Agora eu tenho a chance de ajudá-los, acredito que posso melhorar a moto ao lado de Aleix, e vamos ver o que acontece”, concluiu.
 
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