Viñales admite dificuldade de largar com Yamaha mesmo após dois anos: “Não sei fazer”

Mesmo no terceiro ano com a Yamaha, Maverick Viñales admitiu que tem dificuldades para largar bem com a YZR-M1. O #12 falou em melhorar corrida após corrida e tentar aprimorar o acerto da embreagem

Mesmo em seu terceiro ano com a Yamaha, Maverick Viñales admitiu que ainda não pegou o jeito de largar com a YRZ-M1. O #12, que teve largadas ruins no Catar e na Argentina, falou em melhorar corrida após corrida na MotoGP e revelou o plano de modificar o acerto da embreagem.
 
Em Termas de Río Hondo, por exemplo, Maverick ficou com o segundo posto no grid, mas despencou ainda no início da disputa e tinha o sétimo lugar na volta final quando foi derrubado por Franco Morbidelli.
 
“Com certeza, o objetivo agora é não cometer o mesmo erro que na Argentina dentro da moto”, disse Viñales. “No fim, algumas coisas fáceis que podemos resolver podem ser resolvidas para esta corrida”, seguiu.
Maverick Viñales admitiu dificuldade para largar com Yamaha (Foto: Reprodução/Twitter)

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“De qualquer forma, a primeira volta não foi tão ruim. É verdade que perdi bastante na largada, mas nós entendemos que precisamos encontrar um bom acerto para a embreagem, algumas coisas que queremos melhorar”, apontou. “Mas aí na primeira volta eu me senti bem, ultrapassei dois ou três pilotos naquela volta, aí vieram alguns erros, saí realmente da pista e comecei a ficar preso com os pilotos, não podia melhorar”, recordou.

 
Questionado sobre qual a dificuldade com a largada, Viñales respondeu: “É difícil entender”.
 
“Com a Suzuki em 2016, eu estava largando realmente bem. Eu pulava muitas filas em algumas corridas. Então é muito difícil para mim. Acho que a maneira que a Yamaha larga, eu ainda não entendi. São dois anos, mas eu não entendo como fazer”, reconheceu. “Então precisamos de uma maneira de entender como fazer, e se o time pode me ajudar um pouco mais. Vamos tentar melhorar corrida a corrida. Com certeza, nesta corrida eu vou melhorar o acerto da embreagem para que a resposta seja muito melhor na largada”, garantiu.
 
Passadas só duas corridas, Viñales reconheceu que será difícil descontar os 36 pontos de atraso que tem para Marc Márquez na classificação da MotoGP, mas usou a temporada 2017 como exemplo para sonhar com uma reação.
 
“Vai ser muito difícil. Se olharmos para 2017, eu me senti imbatível nas primeiras corridas. Mas aí comecei a errar, comecei a cair, comecei a me classificar mal no molhado”, lembrou. “Vai ser difícil recuperar os pontos, mas agora não temos nada para perder, então temos de forçar para estar na frente e tentar ter a chance de vencer as corridas”, concluiu.
 

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