Viñales descarta fazer de 2017 temporada de aprendizado na Yamaha e avisa: “Podemos pensar em lutar pelo título”

Indo para seu terceiro ano na MotoGP, Maverick Viñales descartou usar 2017 como uma temporada de aprendizado na Yamaha. Espanhol afirmou que vai para a primeira corrida do Mundial já pensando em lutar pelo título

 

Apontado por muito de seus rivais como candidato ao título de 2017 da MotoGP, Maverick Viñales não fugiu do rótulo. Durante o lançamento da YZR-M1, o #25 descartou usar a temporada como mais um ano de aprendizado e garantiu que vai para o GP do Catar, primeira prova do ano, pensando em brigar por seu espaço na Torre dos Campeões.

 
Viñales estreou na MotoGP em 2015 pela Suzuki e foi um destaques da temporada passada. Com um triunfo, o espanhol fechou o ano com a quarta colocação no Mundial de Pilotos, à frente de nomes como Andrea Dovizioso e Dani Pedrosa, por exemplo.
Maverick Viñales falou em brigar pelo título na estreia pela Yamaha (Foto: Yamaha)

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Com o passe muito valorizado, foi contratado pela Yamaha para substituir Jorge Lorenzo, que foi para a Ducati. Às vésperas da estreia pela marca dos diapasões, Maverick descarta usar 2017 como mais um ano para aprender.
 
“Honestamente, vai ser o meu terceiro ano na MotoGP. Acho que já aprendi o bastante para ganhar experiência, para saber como são as corridas”, disse Viñales. “Eu sei, vou precisar de experiência com a Yamaha nas corridas, mas acho que já desde a primeira corrida, podemos começar a pensar em lutar, em lutar pelo título”, ponderou. 
 
“É importante começar com essa mentalidade, porque se você começar a pensar em meados da temporada, talvez seja tarde demais. Então você tem de começar pensando assim e sempre ter esse objetivo em mente”, defendeu.
 
Questionado sobre o quão cedo espera estar completamente adaptado à YZR-M1, Maverick respondeu: “Normalmente, eu me adapto às motos realmente rápido”.
 
“Em Sepang, eu já estava sentindo ‘é a minha moto, eu faço o que quero’. Mas aí chega outro piloto e você tem de melhorar”, contou. “Acho que este ano temos de ter a experiência para não ficarmos nervosos. No ano passado, às vezes eu ficava nervoso quando estava me sentindo 100%, a moto também, e ainda estava quatro décimos atrás. E acho que este ano eu posso estar sempre lá. E isso é importante. Me deixa realmente calmo”, contou.
 
Além disso, Viñales não se mostrou preocupado com o aumento da pressão por vestir as cores de Iwata.
 
“Em relação à pressão, eu sempre trabalhei bem com ela. Me lembro quando o acordo era entre Suzuki e Yamaha, tinha muita pressão e eu estava fazendo minhas melhores corridas”, recordou. “Normalmente, é estranho, mas eu trabalho ainda melhor com a pressão, porque eu sei que tem um objetivo e eu me sinto motivado”, explicou.

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