Zarco coloca top-7 como meta para “mostrar que posso estar com os caras top”

Johann Zarco afirmou que sua meta é estar no top-7 da MotoGP para provar que pode andar entre os ponteiros. O francês, no entanto, reconheceu que perdeu um pouco de sua confiança

Às vésperas de sua segunda corrida com a LCR, Johann Zarco colocou o top-7 da MotoGP como meta. O #5 quer provar que pode andar no ritmo dos ponteiros da classe rainha.
 
Depois de encerrar sua ligação com a KTM antes do GP de Aragão, Zarco voltou a correr em Phillip Island, quando recebeu a bandeirada em 13º, 26s atrás de Marc Márquez, o vencedor. Foi o primeiro contato do francês com a Honda.
 
Mesmo sem ter alcançado a meta do top-10 na Austrália, Zarco traçou um objetivo mais ousado para este fim de semana em Sepang. Na primeira aventura com a LCR, aliás, Pol Espargaró também era um alvo.
 
Questionado se bater seu ex-companheiro de KTM, era a meta em Phillip Island, Zarco respondeu: “É, essa também é a minha meta”.
Johann Zarco (Foto: Divulgação/MotoGP)

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“Mas tenho de estar no top-7 para, pelo menos, mostrar que sou um cara de corrida e que posso estar com os caras top”, ponderou. “Se eu estiver no top-7 e Pol for quinto, acho que ficarei feliz por ele e por mim. Então vamos ver”, comentou.
 
“Tenho de ir mais para a frente. A luta com Pol na Austrália foi divertida e talvez eu pudesse ter tido um pouco mais de velocidade do que ele, mas não consegui usar isso para deixá-lo para trás”, apontou. “Ele realmente ficou [perto] e ao nós lutamos. E aí, nós perdemos tempo”, seguiu.
 
Questionado se não estava se pressionando com metas ambiciosas, Zarco respondeu: “Não é pressão, é só a realidade”.
 
“Se você faz um bom trabalho, se você controla tudo bem, você tem de estar lá”, defendeu. “Não é pressão. É só ser honesto comigo mesmo. Só isso”.
 
Ainda, Zarco contou que teve acesso aos dados de Márquez em Phillip Island e considerou que o “controle natural” do #93 faz com que ele esteja “sempre dando o máximo”.
 
“Eu vi algumas coisas e é interessante”, contou. “Tentei aprender com isso, mas não vou dizer o que vi, pois vou guardar isso para mim e tentar trabalhar nisso”, continuou.
 
“Marc está controlando tudo e você entende que ele está controlando, porque ele tem esse controle natural e está sempre dando o máximo”, comentou. “É assim que ele tem sido o melhor por tantos anos e é isso que tento aprender com ele”, ressaltou.
 
“Para mim, a confiança tem de voltar, porque, por enquanto, eu perdi um pouco do feeling. Sinto que posso recuperar, mas não sei quanto tempo vai demorar”, concluiu.
 

O GP da Malásia de MotoGP está marcado para o domingo, às 4h (de Brasília). Acompanhe aqui a cobertura do GRANDE PRÊMIO.

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