GP às 10: O automobilismo de laboratório e a chance de uma “orelha no rosto do ratinho”

Até que ponto vale a pena assumir o risco e realizar corridas, lá fora e aqui no Brasil, quando o mundo ainda sofre com os efeitos da pandemia? No GP às 10 desta terça-feira, Américo Teixeira Jr. lembra que a situação atual traz a possibilidade de o automobilismo recuar como consequência de um início precipitado

No GP às 10 desta terça-feira (30), o jornalista Américo Teixeira Junior fala da realização de corridas em plena pandemia do coronavírus, no Brasil e exterior, incluindo-as no que chamou de “automobilismo de laboratório”.

Na sua visão, essa prática consiste em usar todas as ferramentas disponíveis em um evento e, após analisar cada item de segurança sanitária e processar eventuais mudanças, só a partir disse seguir para o evento seguinte.

Alertou, porém, para os riscos um experimento. “Quando se percebe que começa a nascer uma orelha no rosto de um ratinho, é sinal que de o teste precisar ser abortado e recomeçar do zero. Guardadas as devidas proporções, o automobilismo corre o mesmo risco, o de ser obrigado a recuar, como consequência de um início precipitado”, explicou.

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Clube das 300+

A Red Bull é uma das principais equipes dos anos recentes da Fórmula 1, mas também vai ocupando páginas importantes na história da categoria. No GP da Turquia, os austríacos chegam ao marco de 300 corridas na F1, entrando para um seleto grupo.

Ao todo, a Red Bull soma 63 vitórias, 62 poles, 67 voltas mais rápidas, 180 pódios e 17 dobradinhas nas 299 corridas que disputou com 11 pilotos diferentes. Tudo isso, é claro, além dos quatro títulos do Mundial de Pilotos e do Mundial de Construtores, todos entre 2010 e 2013.

No 10+, o GRANDE PREMIUM relembra quais as dez equipes que mais vezes participaram de corridas da F1, um grupo em que a Red Bull, 11ª colocada na lista, está cada vez mais perto de se meter, possivelmente já em 2022.

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