Diretor do Dakar reafirma desejo de voltar ao Chile e aponta roteiro dos sonhos: largada em Santiago e etapa em Valparaíso

Diretor-geral do Rali Dakar, Etienne Lavigne reafirmou o desejo de voltar ao Chile. Dirigente destacou que gostaria de ver a largada da prova em Santiago, com uma especial passando por Valparaíso

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A edição 2018 nem mesmo chegou ao fim e o planejamento para a próxima já está em curso. Ainda sem um plano concreto para elaborar o roteiro, Etienne Lavigne reiterou o desejo de voltar ao Chile.
 
Presente nas sete primeiras edições do Dakar na América do Sul, o Chile se despediu da prova em 2015, depois de ter de desistir de receber a disputa em 2016, mas Lavigne acredita na possibilidade de colocar o território chileno de volta ao roteiro do rali.
Étienne Lavigne quer o Chile de volta ao Dakar (Foto: Jean Michel Le Meur/DPPI)

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“Nós convidamos chilenos do novo governo para as etapas peruanas e também do Equador. Tem interesse pelo Dakar no continente”, comentou Lavigne em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’. “A dificuldade que encontramos é que precisamos recuperar os convites de cada país e depois pensar em como armar o roteiro passando por cada um deles. No Peru, precisamos fazer uma avaliação da edição 2018, que me parece que foi muito positiva para eles. No Chile, temos contatos com os futuros responsáveis do governo. Se tivermos Peru e Chile, começamos a poder construir uma história para 2019 e ver como podemos armar as coisas”, explicou.
 
“Depois, temos de escolher os países e depende um pouco da ideia geral, de onde saímos, de onde chegamos…”, considerou. “Eu gostaria muito de armar a saída pela primeira vez em Santiago do Chile e, se possível, uma etapa em Valparaíso, porque é um pouco a história do meu coração”, revelou.
 
Cheio de planos, Lavigne destacou as dificuldades de elaborar planos de longo prazo para o Dakar, especialmente por depender do apoio dos governos locais.
 
“Temos competidores, países anfitriões, uma boa dinâmica no momento”, disse Lavigne. “É verdade que, diferente de outros eventos itinerantes, é mais complicado planejar em longo prazo eventos futuros. É difícil falar de 2020 ou 2021, pois necessitamos de apoio público de cada país, a colaboração dos serviços de Estado”, encerrou.
 
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