Por conflito de datas, Camilo fica fora de trio com Barrichello e Fraga no Sertões 2020

Em preparação para a prova que terá início nesta sexta-feira (30) com o prólogo em Mogi Guaçu, a RMattheis teve uma baixa de última hora: Thiago Camilo, por conta de conflito de datas com a Sprint Race, não vai fazer as etapas previstas no Sertões. Em seu lugar, entra Rafael Cassol para se unir a Rubens Barrichello e Felipe Fraga. A navegação do buggy da Giaffone Racing ficará por conta do experiente Edu Bampi

A lista de inscritos para a edição 2020 do Sertões teve uma baixa de última hora. Thiago Camilo, que originalmente estava escalado e faria sua estreia no maior rali das Américas em um trio de convidados ao lado de Rubens Barrichello e Felipe Fraga, não vai disputar a prova por conta de um alegado conflito de datas com a Sprint Race. A RMattheis, chefiada por Rodolpho Mattheis, que nos últimos meses vem se preparando para a competição com o buggy empurrado por motor V8 da Giaffone Racing, vai contar com um nome tradicional no rali para o lugar de Camilo: Rafael Cassol vai abrir a participação do trio na próxima sexta-feira (30) com a disputa do prólogo no autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu, interior de São Paulo. A navegação da tripulação vai ficar por conta de outro nome de enorme experiência no off-road: Edu Bampi.

“Nós temos três grandes pilotos para essa primeira participação da equipe no Sertões. Uma pena essa coincidência de datas do Thiago, que não poderá fazer a largada conosco, mas o Rafael é um grande talento do rali que, com certeza, chega para agregar muito ao nosso time”, afirmou Mattheis.

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SERTÕES; RUBENS BARRICHELLO; SERTÕES 2020
Rubens Barrichello vai ser um dos pilotos campeões da Stock Car no Sertões em 2020 (Foto: Breno Madeira)

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A vaga aberta por Camilo vai permitir a Cassol fazer seu sétimo Sertões. Sua melhor colocação foi em 2018, quando o piloto foi o terceiro colocado na classificação geral dos carros. Rafael, que também traz uma cancha de cinco temporadas na Mitsubishi Cup, se mostrou honrado por compartilhar o volante com Barrichello e Fraga.

“Acelerar no Sertões é sempre especial para mim. A escola do Rubens e do Felipe vem do asfalto, enquanto a minha sempre foi da terra, então costumo brincar que nós somos de planetas diferentes, mas no mesmo sistema solar. Vai ser uma oportunidade única na minha carreira acelerar o mesmo carro de dois grandes campeões, ainda mais com o Rubinho, um piloto que eu era criança e o assistia correndo na F1. Essa troca de experiências com eles me deixa muito animado, e a expectativa é ainda mais alta por essa convivência com eles e com todos da equipe”, declarou o piloto.

Fraga regressa ao Brasil depois de ter disputado no último fim de semana as 24 Horas de Spa-Francorchamps, competição em que chegou a liderar. O tocantinense, campeão da Stock Car em 2016, não escondeu a empolgação com a chance de estrear no Sertões.

“Sempre fui um apaixonado por rali, ando bastante de UTV, que é um carro menor que o nosso, então é uma oportunidade incrível de fazer essa estreia. Estou com uma grande expectativa de acelerar esse nosso bugão V8 de quase 500 cavalos. Vamos tentar fazer uma boa prova e levar nosso carro até o final”, disse o piloto, que nesta temporada não disputa a temporada da Stock Car.

Quem também vai estrear no Sertões é Rubens Barrichello. Apaixonado por corridas, o duas vezes vice-campeão mundial de Fórmula 1 ressaltou o aspecto social. A organização desenvolve um enorme projeto chamado SAS (Saúde e Alegria nos Sertões), que oferece, por exemplo, acesso à medicina à população carente das regiões por onde passa o rali ao longo do Brasil.

“O Sertões me conquistou pelo fator social, a humildade de passar em várias cidades e ajudar as pessoas que estão lá. Eu, como tenho o Instituto Família Barrichello, adorei e comprei essa ideia”, disse o campeão da Stock Car de 2014, feliz com a chance de acelerar um carro completamente diferente do que está acostumado.

“Estou aqui fazendo o que amo, me divertindo e aprendendo o que esse carro quer de mim, que é, basicamente, ‘pisotear’ o carro. Essa é uma palavra que não existe no asfalto. Esse carro chega algumas vezes em uma curva de 180º ou até com um grau maior que você não usa a frente do carro, usa só o pedal para que ele rotacione e vire ao contrário. Realmente é especial poder guiar”, ressaltou Barrichello sobre o buggy 4×2.

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