Brawn revela que sucesso da Mercedes em 2014 nasceu de reunião tensa em 2011: “Ou saíamos ou dávamos um passo à frente”

Um dos principais responsáveis pela formação da equipe Mercedes na F1, Ross Brawn revelou que a montadora alemã esteve perto de deixar a categoria em 2011, por conta da falta de resultados. O engenheiro contou ainda que convenceu a cúpula da marca a dar um passo à frente com relação aos investimentos e que isso acabou por fomentar o sucesso que viria em 2014

 

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Ross Brawn revelou que a continuidade da Mercedes na F1 colocada em dúvida no fim de 2011, depois de uma tensa reunião do conselho diretivo da montadora alemã. A cúpula da marca da estrela de três pontas se mostrava insatisfeita com os resultados alcançados até aquele momento, depois das duas primeiras temporadas de retorno ao Mundial, quando contou, inclusive, com Michael Schumacher em um dos carros. 

 
A Mercedes decidiu voltar à maior das categorias do esporte a motor em 2010, após comprar a Brawn do engenheiro inglês, que havia ficado com os espólios da Honda na temporada anterior e tornado a equipe campeã do mundo. Só que a esquadra terminou o campeonato de estreia apenas na quarta colocação e com três pódios. A primeira vitória viria somente em 2012, com Nico Rosberg, no GP da China.
 
Em entrevista à revista da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Brawn, que participou decisivamente da criação do time prata, explicou que os diretores estavam impacientes e que, no fim de 2011, uma discussão com o conselho acabou por definir o sucesso posterior do projeto. "O êxito que a Mercedes teve em 2014 nasceu no fim de 2011 e começo de 2012. Tivemos uma reunião complicada com a junta diretiva. O negócio foi assim: ou deixávamos de vez a F1 ou seguíamos adiante, porque em 2010 e 2011 o desempenho não tinha sido o suficiente", contou.
Ross Brawn diz que sucesso da Mercedes em 2014 nasceu após reunião tensa em 2011 (Foto: Getty Images)

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"Nós tínhamos seguido a filosofia de restringir nossos recursos, mas isso não deu certo, quase entramos em colapso. Nós estamos em 450 pessoas e lutávamos contra equipes que tinham 500, 600 funcionários. E contra isso não há solução", completou o britânico.

 
Brawn, então, explicou que teve de convencer a cúpula a expandir o investimento na F1 e, assim, tornar possível ramificar os trabalhos também no desenvolvimento dos motores V6 turbo híbridos, que entraram em vigor em 2014.
 
"Nós dissemos a eles: ou damos um passo à frente ou ficamos para trás, porque agora estamos bem no meio do caminho. E todos os membros da junta falaram: 'Tudo bem, vamos dar um passo à frente. Tentaremos. O que você precisa?'", contou.
 
"Foi quando começamos a pensar no projeto de 2014. Nós contratamos Aldo Costa e Geoff Willis, chamamos mais pessoas que necessitávamos e começamos a trabalhar no projeto. Foi o tipo de planejamento estratégico que precisávamos. Você tem de ter essa visão de onde quer estar dali a seis meses, 12 ou dois anos", encerrou.
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