Chefe da Force India minimiza dívidas de Mallya e assegura: “Temos dinheiro para pagar nossas contas”

Dono da Force India, Vijay Mallya é procurado pela justiça indiana por conta de dívidas que chegam perto dos R$ 5 bilhões. Mas Otmar Szafnauer, chefe do time de Silverstone, entende que a situação do patrão não afeta diretamente a escuderia e garantiu saúde financeira para bancar as despesas ao longo da temporada

A Force India chega a Melbourne para a disputa da primeira etapa da temporada 2016 do Mundial de F1 às voltas com problemas extra-pista. Não necessariamente a equipe em si, mas seu sócio majoritário, o empresário indiano Vijay Mallya. O bilionário tem sido perseguido pela justiça indiana por conta de dívidas estimadas em quase R$ 5 bilhões e se refugiou em Londres para não ser preso. Mas Otmar Szafnauer assegurou que os problemas financeiros do seu patrão não influenciam na saúde da equipe, muito pelo contrário.
 
Em 2015, a Force India realizou a melhor temporada da sua história na F1 e terminou o Mundial de Construtores em quinto lugar, garantindo assim um bom aporte financeiro e uma segurança maior em termos de orçamento para 2016. Além disso, a equipe manteve seus principais patrocinadores, de modo a ter todas as condições de consolidar o momento do time.
 
“Somos uma equipe de F1, então você sempre quer ter mais dinheiro. Mas nós definitivamente somos bancados em um nível onde podemos pagar nossas contas e estabelecer os cronogramas de desenvolvimento que temos planejado, e é disso que se trata”, garantiu o dirigente em entrevista à revista britânica ‘Autosport’.
A Force India garantiu ter saúde financeira para se manter na F1 (Foto: Force India)
“Recentemente, assinamos um contrato de longo prazo com a Smirnoff, o que vai ajudar muito, e as verbas da FOM vão ajudar muito as finanças da equipe”, explicou. Szafnauer, reforçando que não há grande preocupação em termos do orçamento traçado pela equipe para 2016. “Todos os outros patrocinadores estão expandindo, aumentando seu patrocínio ou renovando os acordos, então isso só vai ajudar”, declarou Otmar.
 
No entanto, o dirigente ponderou sobre a escalada dos gastos que a categoria poderá viver em 2017 com a introdução do novo regulamento técnico, que vai permitir maior velocidade aos carros da F1. Assim, a Force India, por ser uma equipe ainda sem o poderio financeiro das grandes do Mundial, terá de encontrar o equilíbrio entre desenvolver o carro deste ano e seguir com o planejamento do modelo de 2017.
 
“Se nós pararmos muito cedo, então talvez nós vamos reduzir nosso potencial em 2016 para ganhar em 2017, ou vice-versa. Se nós alongarmos por muito tempo o desenvolvimento em 2016, então nós vamos gastar muito para começarmos 2017, então temos de encontrar o equilíbrio. Isso é mais importante para nós do que para algumas das grandes equipes porque eles podem trabalhar de forma paralela porque eles têm mais recursos”, alertou o chefe da equipe.
 
“A situação poderia ser muito pior. Antigamente, quando você tinha testes sem limites no túnel de vento, e você tinha dois túneis de vento funcionando, você poderia usar um deles para 2016 e outro para os testes visando 2017. Se fosse esse o caso, agora a gente estaria muito pior. Pelo menos agora, o túnel de vento, bem como o CFD, são limitados, então algumas das grandes equipes têm de escolher. Mas ainda não vai ser assim que nós vamos fazer”, concluiu.
 
 
VEJA A EDIÇÃO #19 DO PADDOCK GP, QUE ABORDA STOCK CAR, F1, INDY E F-E

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “8352893793”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 250;

fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(“crt_ftr”).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(“cto_ifr”);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(“px”)

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write("”);

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube