Chefe da Mercedes repete Hamilton e Alonso e diz que F1 precisa repensar regra que limita comunicação de rádio

Chefão da Mercedes, Toto Wolff acha que é hora da F1 repensar a regra que restringe a comunicação entre piloto e equipe. Na esteira dos problemas vividos por Lewis Hamilton no GP da Europa, o austríaco entende que o regulamento necessita de ajuste, especialmente no que diz respeito às informações em caso de problemas técnicos nos carros

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Assim como Lewis Hamilton e Fernando Alonso, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, também fez críticas às restrições de informações na comunicação via rádio entre piloto e equipe na F1 e acha que é o momento de repensar a regra criada para tentar dificuldade o trabalho dos competidores dentro do carro.

 
A opinião do austríaco chega após a corrida em Baku, realizada no último domingo, em que os experientes Hamilton e Kimi Räikkönen enfrentaram problemas para entender os dados e as falhas em seus carros ao longo do GP da Europa. Ambos ainda protagonizaram discussões com seus engenheiros sobre os contratempos. 
 
"A proibição de rádio, tanto quanto sei, deveria frear a ajuda excessiva aos pilotos", disse o tricampeão após a prova. "Mas, no meu caso, não foi uma questão de ajuda, era uma questão técnica, e a F1 é praticamente toda técnica", completou o inglês, que se viu sem potência em um dado momento do GP e levou 12 voltas para entender o que estava acontecendo e como resolver, já que não pode contar com o auxílio do pit-wall.
Paddy Lowe e Toto Wolff no pit-wall da Mercedes em Baku (Foto: Mercedes)

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Por isso, Wolff se colocou ao lado de seu piloto. "Acho que o que queremos é ver os pilotos disputando uns contra os outros, mas hoje em dia os carros são complicados e altamente tecnológicos."

 
"Portanto, creio que agora precisamos repensar a regra. Não estou aqui reclamando, nem nada disso. É o oposto. E é o mesmo para todos. A Ferrari, por exemplo, teve o mesmo problema. Quer dizer, podemos fazer as duas coisas. Mas tornar a tecnologia menos complicada não me parece ser a direção correta", explicou o dirigente.
 
"Talvez o caminho seja ajustar o regulamento e permitir uma comunicação maior com os pilotos em caso de problemas", emendou o austríaco.
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