Chefe da Williams lamenta e diz que situação atual da F1 impede chegada de novos fabricantes

Chefe-adjunta da Williams, Claire Williams afirmou que a situação atual da F1 impede a chegada de novos fabricantes, e isso é um problema para as equipes independentes. A dirigente, entretanto, se disse feliz com o desempenho que seu time apresentou neste ano e acredita que a esquadra pode brigar pela Mercedes, desde que melhore os chassis em 2016

Claire Williams se mostrou contente em ver que a equipe que leva o nome de seu pai continua independente, mas afirmou que a F1 vive tempos difíceis e que, no momento, não oferece condições boas o suficiente para atrair a atenção de novos fabricantes.  
 
A esquadra inglesa, que possui o quinto maior orçamento do grid da F1, trabalha firme para permanecer andando com as próprias pernas e terminou pelo segundo ano consecutivo como terceira força do Mundial entre os Construtores
 
O time de Grove rompeu laços com a BMW em 2005, quando a parceria veio abaixo por conta das críticas feitas pela montadora alemã, que afirmou que a Williams não tinha capacidade técnica suficiente para construir um carro vencedor. Ao longo dos anos seguintes, a equipe britânica enfrentou dificuldades e venceu apenas uma vez, em 2012, com Pastor Maldonado.
Claire Williams é a chefe da equipe inglesa (Foto: Getty Images)
Porém, a Williams, após a péssima temporada em 2013, iniciou um grande processo de reformulação, fechando um acordo de motores com a Mercedes, trouxe Felipe Massa e ainda contratou Pat Symonds para o cargo de diretor-técnico. Como resultado, a equipe terminou 2014 como o time mais próximo da Mercedes.
 
"Eu realmente valorizo a independência que temos agora, é realmente importante para mim", afirmou Claire em entrevista à revista inglesa 'Autosport'. 
 
"Mas ninguém pode negar que ter o apoio de uma montadora, principalmente financeiramente, é fundamental. Mas, ao menos, nós temos uma boa relação e um ótimo entendimento e respeito quanto aos nossos pontos fortes, fracos e às limitações. Seria muito difícil fazer esse trabalho, especialmente em uma cultura como a da nossa equipe."
 
"Eu gosto da estrutura que temos no momento, mas isso não quer dizer que eu não apreciaria se uma fabricante quisesse uma parceria. De qualquer forma, no momento, somos apenas uma equipe cliente e temos um ótimo relacionamento com a Mercedes. Nós trabalhamos duro nesse acordo, então tudo está muito bem. Estamos felizes e eu gosto de como tudo vem acontecendo", acrescentou.
 
A dirigente ainda está convencida de que a Williams pode brigar pelo título, mesmo sem ter o suporte técnico e financeiro de uma grande fabricante. "Algumas pessoas falaram que a gente não poderia vencer, mas veja o que aconteceu em Silverstone. Ficamos à frente por 20 voltas, e só perdemos porque o carro não era forte o suficiente, então precisamos fazer um trabalho melhor com o chassi. E aí poderemos lutar contra a Mercedes."
 
"A F1 não é apenas uma disputa de motores, como tanta gente diz no paddock. Se fizermos um trabalho melhor no chassi, então acho que poderemos também disputar com eles, confio 100% nisso", finalizou. 

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