Diretor da Pirelli ressalta importância de testar novos pneus em locais de calor no começo de 2017 e vê Bahrein como “ideal”

As equipes não gostam da ideia, mas a Pirelli está convencida de que precisa realizar testes dos novos pneus da F1 em algum lugar onde esteja quente no começo de 2017 - preferencialmente o Bahrein. Quem afirmou foi o diretor-esportivo da fornecedora de pneus da F1, Paul Hembery

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O diretor-esportivo da Pirelli, Paul Hembery, afirmou a importância de que os testes dos novos pneus da F1 que a marca italiana realizará no começo de 2017 – em data ainda indefinida, mas certamente janeiro ou fevereiro – sejam num local onde esteja verão. A pista favorita de Hembery é Sakhir, no Bahrein, mas a Pirelli vai ter que vencer a relutância das equipes.

 
É bem verdade que os dois primeiros testes foram realizados em pistas italianas nas últimas semanas por Ferrari e Red Bull, assim como outro teste já assegurado com a Mercedes deverá acontecer na Europa. Mas o Velho Continente está no verão, algo que muda na virada do ano. O frio não ajuda tanto a Pirelli, especialmente tendo em vista que serão os primeiros testes com os carros de 2017.
 
As equipes, no entanto, se preocupam com o gasto extra excessivo de ir até o Oriente Médio. Foi por isso que a própria F1 parou de testar por lá, como fez durante alguns anos, durante a pré-temporada. o medo é real, visto que a McLaren já relatou ter negado um convite.
 
"Da perspectiva dos fabricantes de pneus seria melhor ir a um lugar quente durante esse período de tempo. Nos últimos anos, testamos no Bahrein, o que nos permitiu ter uma indicação muito clara do rendimento dos pneus", disse.
Niki Lauda e Paul Hembery (Foto: Pirelli)
"Entendo que as equipes acreditem que haveria uma penalização econômica, mas estamos em um esporte em que se gastam centenas de milhões. Se houver vontade, tenho certeza de que o financiamento será feito. Um teste no Bahrein seria um grande passo, nos permitiria saber onde estaremos durante a temporada", avaliou.
 
"Queremos entender como será o rendimento dos pneus, de cada tipo de composto, precisamos ir a um lugar como o Bahrein assim que for possível", exclamou.
 
Os testes, até agora, são com carros de 2015 com mudanças que simulem o pacote aerodinâmico do ano que vem. O acordo da Pirelli com a F1 prevê 24 dias de testes.
 
"Em janeiro ou fevereiro, teremos bons indicativos depois de nossos testes com essas três equipes. Testamos em Fiorano e Mugello no começo de agosto, com calor. Vamos começar a conseguir indicativos muito claros dos testes com os carros que temos esse ano. Como eu disse, não substitui o que teremos com os carros reais, algo que conseguiremos ano que vem, e neste momento estamos indecisos na questão dos locais", seguiu.
 
"A intenção é que para as equipes seja mais fácil perseguir. Se estão seguindo outro carro, queremos que os pneus ganhem temperatura, o que tirado dos pilotos da perseguição em algumas ocasiões. Isso só funcionará se reduzirmos o impacto do peso na aerodinâmica de um carro a outro. Parece que melhorará a aerodinâmica, mas não diria que há uma opinião universal sobre o time", encerrou.
 
A F1 volta em 28 de agosto com o GP da Bélgica.
 
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