Dirigente diz que saída de Silverstone do calendário da F1 após 2019 seria “ameaça ao automobilismo britânico”

David Richards, diretor da Associação de Automobilismo Britânico vê a possível saída do GP da Inglaterra do calendário da F1 como “ameaça” ao esporte no país. O contrato atual da corrida se encerra em 2019

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

Foi em julho de 2017 que o futuro do GP da Inglaterra ganhou ares de incerteza. O BRDC – Associação Britânica de Pilotos, entidade dona de Silverstone – acionou a cláusula contratual que rompe o contrato vigente após 2019. A decisão, que ameaça o futuro a longo prazo da prova, é visto por representantes do automobilismo local como uma “ameaça” ao esporte no país.
 
“Fica claro que isso [fim do GP da Inglaterra de F1] seria uma ameaça significativa à condição atual do automobilismo britânico”, diz David Richards, diretor da MSA, a Associação de Automobilismo Britânico. “Com isso em mente, o MSA vai trabalhar ativamente para garantir a inclusão do GP da Inglaterra além de 2019. É difícil dizer como esse apoio vai se manifestar, mas a importância dessa corrida para o automobilismo britânico leva o MSA a fazer o que for possível para garantir o futuro do GP”, seguiu.
O que o futuro reserva para o GP da Inglaterra (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

Para destacar a importância do GP da Inglaterra para o automobilismo local, Richards frisou os grandes números gerados pela prova. “Uma pesquisa recente revelou que essa é uma das quatro corridas de F1 que os fãs mais gostam de acompanhar. É um evento que contribuiu mais de £ 50 milhões [R$ 220 milhões] para a economia do Reino Unido a cada ano através de empregos e impacto econômico, além de render 300 mil visitantes para Silverstone ao longo do fim de semana. São 4,5 milhões de telespectadores no Reino Unido, então também é importante para quem fica no sofá”.
 
Apesar de se preocupar com a decisão de romper o contrato atual em 2019, Richards disse entender os motivos do BRDC.
 
“A razão por trás da decisão foi bem clara. O BRDC, que vinha perdendo dinheiro ao sediar o GP por tantos anos, estava enfrentando um aumento anual nos custos”, ponderou.
 
A edição de 2018 do GP da Inglaterra ainda está garantida. A corrida é uma das 21 no calendário atual.

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube