Em busca de substituto de Rosberg em 2017, chefe da Mercedes descarta dupla da Red Bull e Vettel

Aos poucos, a Mercedes vai dando pistas de que gostaria de contar com um piloto mais experiente para substituir o recém-aposentado Nico Rosberg na próxima temporada. Toto Wolff tem um doce problema pela frente ao ter a chance de escolher dentre tantos grandes nomes do grid, como Fernando Alonso, por exemplo. Mas três pilotos já foram riscados da lista do dirigente

 

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A quase inacreditável aposentadoria de Nico Rosberg, apenas cinco dias após o alemão ter conquistado o título mundial em 2016, abriu uma vaga outrora jamais sonhada na melhor equipe do grid, a Mercedes. Tão logo começaram a pipocar as primeiras notícias sobre a retirada do novo campeão do mundo, vários pilotos entraram em contato com Toto Wolff, chefe da escuderia prateada. Seu telefone celular não parou nos últimos dias. “Os únicos que não ligaram foram Kimi [Räikkönen] e Daniil Kvyat. Todos os demais ligaram, inclusive Maldonado”, brincou o sempre sarcástico dirigente austríaco durante festa da marca no último sábado (3) em Sindelfingen. Niki Lauda disse que "meia F1" se ofereceu para a Mercedes.

 
“Perdão, estão me ligando: é Petrov!”, continuou tirando sarro Wolff, lembrando do discretíssimo piloto russo que não faz parte do grid da F1 desde 2012, quando correu pela extinta Caterham.
 
Wolff sabe que tem um doce problema para resolver o quanto antes. O dirigente sabe que não será fácil encontrar outro piloto com o mesmo perfil para substituir Rosberg e tem à sua frente três caminhos, segundo o próprio disse ao jornal italiano 'La Gazzetta dello Sport': o austríaco pode optar por uma formação com Lewis Hamilton claramente como primeiro piloto e o substituto de Rosberg vindo como um escudeiro; contar com um dos jovens forjados no próprio programa de desenvolvimento da Mercedes, como Esteban Ocon, alçado por Wolff para substituir Nico Hülkenberg na Force India, e Pascal Wehrlein, reserva imediato da equipe; ou então contar com um piloto mais experiente. E aí os nomes são dos mais variados.

“Nós temos três caminhos que podemos seguir. O primeiro é pensar sobre ter um piloto #1 e um #2, um pouco como a Ferrari nos tempos de Michael Schumacher e Felipe Massa. Podemos trazer um piloto que possa nos garantir pontos para o Mundial de Construtores. A segunda possibilidade é pensar em como usar nossos jovens pilotos, Ocon ou Wehrlein. Depois de tudo, outras equipes vem dando a chance para garotos como Verstappen ou Vandoorne. A terceira opção é ir ao mercado em busca de um piloto de ponta”.

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Bottas aparece com grandes chances de ser o escolhido por Toto Wolff para o lugar de Rosberg (Foto: Getty Images)
Logo de cara, o nome de Max Verstappen surgiu com força, ainda mais com a brincadeira por meio das redes sociais entre o holandês e a Mercedes. Mas Wolff garante que não vai entrar em disputa com a Red Bull e descartou tanto Max como Daniel Ricciardo. Outro nome riscado da enorme lista dos pretendentes a uma vaga na Mercedes é Sebastian Vettel, vinculado à Ferrari pelo menos até 2017. Wolff não quer comprar briga com a grande rival.
 
“Alguns estão sob contrato. Todos querem pilotar para a Mercedes. Temos nossos jovens, mas há outros mais experientes como opções. Há alguns candidatos que claramente não estão disponíveis: Max Verstappen e Daniel Ricciardo, da Red Bull, e Sebastian Vettel. Todos os demais temos de analisar”, salientou.

“Não é minha intenção interferir com assuntos internos na Ferrari, e nem sei se Sebastian queira realmente vir para nós. O que a Ferrari ou a McLaren fariam sem Vettel ou Alonso em dezembro? Ou a Williams sem Bottas? O terceiro caminho que eu mencionei é o que eu gosto menos”, disse o dirigente.

 
A respeito de Fernando Alonso, o veterano, hoje com 35 anos, vai entrar no seu último ano de contrato com a McLaren em 2017. Depois, considera correr em Le Mans e inclusive acena com a chance de se mudar para a Porsche. Mas o bicampeão nunca escondeu o desejo de voltar a contar com um carro vencedor para lutar novamente por vitórias e títulos. E a Mercedes preenche totalmente tal requisito.
Wolff descartou comprar briga com a Ferrari para contratar Vettel (Foto: Ferrari)
Já a emissora britânica BBC publicou uma reportagem na qual coloca Valtteri Bottas como o grande favorito. O finlandês, que desde 2013 ocupa o posto de titular da Williams, é um dos mais talentosos do grid e chegou a ter seu nome fortemente ligado à Ferrari, mas o time de Maranello acabou optando por renovar seu vínculo com o já veterano Räikkönen.
 
“Wolff tem relação com Bottas há tempos, já que forma parte da sua equipe de pilotos representados. Ele ofereceria bons resultados e é tranquilo. 2017 é seu último ano de contrato com a Williams e não está na equipe com mais dinheiro no pit-lane. É quase certo que Wolff poderia trabalhar em um acordo atraente, ou pagando para liberar Bottas ou então uma redução nos custos dos motores”, diz o jornal.
 
Caso Wolff feche com Bottas para o lugar de Rosberg na Mercedes, a Williams teria uma vaga aberta e, em teoria, dois fortes candidatos a ocupá-la: um deles seria o próprio Wehrlein, já que Wolff poderia lhe dar a chance de ocupar um cockpit em uma equipe mais competitiva e tradicional, ou então Felipe Nasr. O brasileiro conta com muito prestígio em Grove depois que trabalhou na equipe em 2014 como terceiro piloto e também tem ao seu lado o desejo de Bernie Ecclestone em garantir um brasileiro no grid da F1. Atualmente, Nasr não tem contrato com nenhuma equipe para correr no ano que vem no Mundial.
 
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