Empresário de Nasr admite que perda do Banco do Brasil foi golpe duro e que situação “não é ideal”

Steve Robertson, empresário de longa data de Felipe Nasr, reconheceu que a perda do apoio do Banco do Brasil, “uma fase tão tardia” da temporada, foi um duro golpe no trabalho de encontrar uma vaga para o brasileiro na F1 em 2017

 

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Empresário de Felipe Nasr, Steve Robertson admitiu que a decisão do Banco do Brasil de encerrar o acordo de patrocínio com a Sauber foi realmente um duro golpe, mas que não há razão para desistir de buscar uma vaga para a temporada 2017.

 
Na semana passada, a instituição financeira estatal, que segue a linha adotada pelo governo federal de cortar custos, optou por cessar o apoio à equipe suíça, onde estampava a marca nos carros desde 2015, quando Nasr estreou no Mundial. O recuo do banco colocou o brasileiro em uma posição ainda mais delicada no mercado de pilotos.
 
Na verdade, existem apenas três lugares em aberto. A Sauber já anunciou a renovação de contrato de Marcus Ericsson, mas ainda não definiu quem será o companheiro do sueco. Além do time de Monisha Kaltenborn, a Manor também não anunciou sua dupla para a próxima temporada.
Felipe Nasr ajudou a Sauber a terminar temporada na décima colocação (Foto: Sauber)

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"No fim das contas, estamos quase em dezembro e tomar uma decisão dessa em uma fase tão tardia, não torna a minha vida mais fácil", reconheceu Robertson, que atende a carreira de Nasr há muitos anos. "Não há tantos lugares assim disponíveis agora, então não é a notícia ideal", completou em declaração ao site holandês 'GPUpdate.net'.

 
Quando perguntado se segue negociando com a Sauber e a Manor, o empresário afirmou: "Enquanto houver um lugar na F1, você ainda fala. Esse é o jogo."
 
"Você tem de permanecer esperançoso, tem de ser otimista. Se houver uma chance, você tenta", reiterou.
 
Robertson ainda lembrou a boa estreia de Nasr no ano passado e os pontos marcados no GP do Brasil. "Você tinha uma equipe que estava literalmente lutando para sobreviver, com desenvolvimento zero, então é um caminho unidirecional. Ele marcou 27 pontos em sua temporada de estreia, mas vinha zerado até o GP do Brasil, quando conseguiu um top-10 em condições difíceis. É muito complicado quando acontecem essas coisas, porque as pessoas só veem os resultados. Teria sido melhor uma inversão entre o desempenho deste ano e do ano passado", explicou.
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