Equipes alegam ganho aerodinâmico da Ferrari, e FIA decide proibir instalação de retrovisores no halo

A equipe italiana ainda poderá ancorar os espelhos no halo, mas sem a aleta que levou para o GP da Espanha. Depois de acusações de que a peça tem desempenho aerodinâmico, a FIA baniu o item, mas permitiu que ele ainda fosse utilizado neste fim de semana

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A Ferrari já não poderá utilizar a configuração de retrovisores no halo a partir do GP de Mônaco, que acontece no fim do mês. Após ser liberado para Barcelona, Charlie Whiting, diretor de provas da F1, analisou melhor a peça e, diante das reclamações das outras equipes, decidiu proibir o item para as demais etapas.
 
A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) havia liberado o uso dos espelhos no halo, e a Ferrari logo anunciou que testaria a nova configuração, depois da declaração do diretor técnico de monopostos, Nikolas Tombazis, no último dia 25 de abril.
 
No entanto, juntamente com a utilização dos retrovisores no halo durante as primeiras atividades em Barcelona, a equipe italiana instalou uma aleta paralela aos espelhos, que direciona o ar direto à asa traseira do carro. O artifício foi percebido pelas outras equipes e logo gerou reclamação aos comissários de prova, alegando ganho aerodinâmico para o time italiano.
Aleta suporte do retrovisor no halo está proibida pela FIA (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

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Charlie Whiting, então, depois de analisar a configuração trazida pela esquadra de Maranello mais de perto, permitiu que continuassem usando os retrovisores no fim de semana, mas proibiu a solução a partir da etapa em Monte Carlo, sexta corrida da temporada 2018.
 
A FIA declarou ainda que o uso do espelho ancorado ao halo pode acontecer, mas sem o apêndice aerodinâmico trazido no equipamento. Em defesa, a Ferrari alegou que o aparato não tinha a intenção de gerar ganho em alguma forma, mas sim melhorar a estabilidade dos retrovisores. Ainda assim, a Federação classificou a peça como ilegal. 
 
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