GP às 10: Permanência da Mercedes só faz sentido se for para manter equipe na Fórmula 1

No GP às 10, Victor Martins analisa o futuro da Mercedes e da Fórmula 1 como um todo na esteira ainda da decisão da Honda de deixar o grid do Mundial depois do fim da próxima temporada. O jornalista vai além e afirma que a categoria precisa se reinventar para que o envolvimento de uma grande montadora valha a pena, diferente do que é nos dias de hoje

As últimas semanas trouxeram alguns rumores, iniciados por Eddie Jordan, de que a equipe venderia parte de suas ações para a Ineos, uma das patrocinadoras e que tem aumentado sua presença no esporte de vários pilares.

Logo os dirigentes da Mercedes trataram de negar. Mas Ola Källenius, chefão da Daimler, deu mais combustível ao dizer que já em 2021 haverá um corte pela metade do orçamento da escuderia, algo que foi visto como mais uma indicação de que há uma intenção de saída.

Contudo, Victor Martins observou uma entrevista recente de Toto Wolff a respeito de um possível fornecimento de motores para Red Bull e AlphaTauri a partir de 2022 depois que a Honda deixar a Fórmula 1. E na declaração do dirigente é possível perceber o que a equipe de Lewis Hamilton vê na categoria e seu plano.

É sobre isso que o jornalista fala no GP às 10, além da necessidade de a Fórmula 1 rever completamente seu conceito de construtora e permitir que haja compra de chassis ou equipes satélites como na MotoGP.

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Clube das 300+

A Red Bull é uma das principais equipes dos anos recentes da Fórmula 1, mas também vai ocupando páginas importantes na história da categoria. No GP da Turquia, os austríacos chegam ao marco de 300 corridas na F1, entrando para um seleto grupo.

Ao todo, a Red Bull soma 63 vitórias, 62 poles, 67 voltas mais rápidas, 180 pódios e 17 dobradinhas nas 299 corridas que disputou com 11 pilotos diferentes. Tudo isso, é claro, além dos quatro títulos do Mundial de Pilotos e do Mundial de Construtores, todos entre 2010 e 2013.

No 10+, o GRANDE PREMIUM relembra quais as dez equipes que mais vezes participaram de corridas da F1, um grupo em que a Red Bull, 11ª colocada na lista, está cada vez mais perto de se meter, possivelmente já em 2022.

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