FIA conclui investigação e revela que acidente de Alonso no GP da Austrália se deu a 305 km/h em impacto de 46 G

A FIA terminou a investigação sobre o acidente sofrido por Fernando Alonso em Melbourne, durante a primeira etapa da temporada 2016 da F1, e revelou que o impacto do espanhol com o muro na curva 3 foi de 46 vezes a força da gravidade e a uma velocidade 305 km/h

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A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) concluiu as investigações sobre o horrível acidente sofrido por Fernando Alonso durante o GP da Austrália, em março deste ano, e revelou que o piloto da McLaren experimentou um impacto de 46 vezes a força da gravidade na batida que se deu a 305 km/h.

 
O espanhol sofreu pequenas fraturas nas costelas em decorrência da colisão e acabou de fora da corrida seguinte, no Bahrein. Ainda assim, o bicampeão foi capaz de deixar o carro por conta própria logo depois da assustadora batida em Melbourne, que ocorreu na volta 18 e que envolveu o carro de Esteban Gutiérrez.
 
O incidente com Alonso também foi o primeiro que a entidade que regula esporte a motor no mundo foi capaz de fazer uso da nova tecnologia das câmeras de alta velocidade introduzidas nos carros neste ano. Foi por meio da gravação, que incluiu dados de bordo, que a federação pode analisar de forma mais precisa o que realmente aconteceu com Fernando. O relatório foi publicado na última edição da revista da FIA.
Fernando Alonso sofre acidente grave durante GP da Austrália (Foto: Getty Images)

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As conclusões mostraram ainda que Alonso estava a 313 km/h quando tentou ultrapassar o mexicano da Haas na aproximação da curva 3 e que, no momento do toque com a roda traseira no carro #21, a velocidade do asturiano era de 305 km/h. Com a suspensão dianteira quebrada, Alonso foi jogado contra o muro e sofreu uma desaceleração lateral de 45 vezes a força da gravidade. 

 
A câmera de alta velocidade revelou também que a cabeça de Alonso bateu à esquerda dentro do carro duas vezes durante o incidente. Ainda, o carro deslizou pela grama e voou, o que resultou em outra desaceleração lateral alta de 46 G. O carro ainda deu quase duas voltas no ar em um tempo de nove décimos de segundo.
 
"A partir da velocidade inicial do impacto a 305 km/h, o carro de Alonso suportou uma alta desaceleração e uma fase no ar em que não provocou maior prejuízo para o piloto, principalmente devido à variedade de sistemas de segurança no carro", afirmou o relatório divulgado pela federação-mor.
As imagens do acidente de Alonso na Austrália (Foto: Reprodução/FIA)
Laurent Mekies, diretor-geral de pesquisa do Instituto FIA, disse que as lições tiradas do acidente com o bicampeão, especialmente das imagens em vídeo, vão contribuiu para melhorar ainda mais a segurança dos carros no futuro.
 
"O que queremos é entender a dinâmica exata dos movimentos da cabeça, pescoço e ombros durante acidentes de alta força G e como as partes interagem com os elementos do cockpit, como o banco, Hans e os cintos. Esta nova câmera nos permite também compreender melhor as forças exatas sobre a cabeça em um determinado deslocamento ou ainda o alongamento do pescoço", encerrou.
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