Hamilton esquece revés na Malásia, se diz pronto para seguir em frente e garante: ‘Eu me sinto bem”

Lewis Hamilton definitivamente deixou a decepção vivida em Sepang no passado. A hora, mais do que nunca, é de focar no próximo desafio, o GP do Japão. O britânico venceu nos dois últimos anos em Suzuka e tem no traçado nipônico a chance de garantir uma sobrevida na luta pelo tetra na temporada 2016

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O que passou, passou. Lewis Hamilton procura deixar no passado a duríssima decepção vivida no último domingo, no GP da Malásia, quando o motor do seu carro quebrou e o fez perder uma vitória certa que o colocaria na liderança do campeonato. O momento, mais do que nunca, é de encarar o que vem pela frente e tentar reagir nas cinco corridas que restam para o fim da temporada. E o próximo desafio é o GP do Japão, num circuito de Suzuka que lhe foi bastante favorável nos dois últimos anos.

Em 2014 e em 2015, Hamilton triunfou em Suzuka mesmo depois de ver Nico Rosberg largar na pole-position. A conquista alcançada no ano passado foi duplamente especial: a vitória por si só e também por ter igualado a marca histórica de 41 triunfos do seu grande ídolo no esporte, Ayrton Senna.

 
Neste ano, sua situação não está tão favorável assim. Na briga pelo título e em busca da sua vitória 50 na carreira, o vice-líder do campeonato — 23 pontos atrás do rival, Rosberg — sabe que não há muito o que fazer a não ser seguir adiante e continuar lutando com as armas que tem. E, além disso, faz parte do jogo psicológico se mostrar forte e inabalável.

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Lewis Hamilton procurou passar uma imagem de quem não se abalou com o revés em Sepang (Foto: Twitter/F1)
“Eu me sinto bem. Pronto para seguir em frente. Não fiquei pensando sobre a última corrida. Tenho um monte de outras coisas acontecendo. Estive em Tóquio, uma das minhas três cidades preferidas no mundo. Fui bem em Sepang, gostei do meu rendimento e acho que aqui isso possa continuar”, afirmou o britânico durante a entrevista coletiva promovida pela FIA nesta quinta-feira (6), em Suzuka.
 
Lewis procurava, acima de tudo, mostrar que não se abalou com a derrota sofrida na Malásia e também depois de disparar contra a Mercedes, insinuando inclusive uma teoria da conspiração, num discurso que foi amenizado pelo próprio piloto pouco depois. Questionado por um jornalista sobre o que ocorreu na Malásia e como reagiu logo em seguida, Lewis respondeu que o problema "é o azar" e afirmou: “É só ver meu Instagram e ver o quanto sou apaixonado por esta equipe”.
 
Na última quarta-feira, quando chegou a Suzuka, Hamilton escreveu em suas redes um texto exaltando os engenheiros da Mercedes e, na prática, colocou um ponto final em mais uma polêmica na temporada. 
 

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“Os engenheiros fazem tudo acontecer na pista. Eles fazem tanto o trabalho antes da corrida para simular o melhor acerto com base nos modelos que são construídos ao passo que o ano se desenrola. Na pista, eles fazem os planos de execução, definem os acertos, trabalham para ajustar o carro à pista, o que nos deixa na melhor posição para disputar o GP. Eles executam as estratégias de corridas e monitoram os sistemas de carros, de chassis, trem de força, câmbio e pneus enquanto corremos”, comentou.

 
“Acima de tudo, eles são meu constante apoio e motivação. Conquistamos dois títulos mundiais juntos até agora e estamos trabalhando no terceiro”, escreveu Hamilton.
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