Kubica rejeita papel de ‘professor’ na Williams, mas revela: “Stroll me faz mais perguntas que Sirotkin”

Apesar de ser mais procurado pelo jovem canadense do que pelo estreante russo, Robert Kubica entende que não há nada de pessoal entre os dois: “É que Lance já tem alguma experiência, então ele sabe mais o que perguntar”. O polonês entende que não atua como professor dos jovens titulares da Williams

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Robert Kubica voltou à F1 em 2018 como piloto reserva e de desenvolvimento da Williams. Aos 33 anos, o polonês também serve como referência aos jovens titulares Lance Stroll, de 19 anos, e Sergey Sirotkin, de apenas 22. Mas Kubica rejeita o papel de ‘professor’ dos seus colegas de equipe.

 
Ao todo, Kubica disputou 76 GPs entre 2006 e 2010, venceu uma corrida e tem uma pole-position, além de 12 pódios. Um cartel muito maior e uma experiência em si bem mais ampla que a de Stroll, com 21 GPs e um pódio no currículo, e Sirotkin, que sua primeira corrida na F1 há quase duas semanas, na Austrália.
 
“Não diria que sou um professor e que eles são meus alunos. Mas eles têm pouca experiência, como qualquer um quando começa. A F1 é um esporte complicado”, declarou o reserva da Williams em entrevista à emissora polonesa TVP Sport.
Kubica revelou que Sirotkin não costuma procurá-lo com a mesma frequência que Stroll (Foto: LAT Photographic/Williams)
Kubica revelou um detalhe curioso no seu trabalho na Williams e na sua relação com os jovens titulares. “Lance e Sergey chegam até mim com perguntas, mais Stroll do que Sirotkin. Não há nada pessoal com Sergey, talvez por Lance já ter alguma experiência, então ele sabe o que perguntar”.
 
Por sua vez, Sirotkin mal teve a chance de aproveitar sua corrida de estreia na F1. Por conta de uma falha no duto de freio — causado por um saco plástico de lanche — no início do GP da Austrália, a prova durou meras quatro voltas para o russo. Sergey aposta que Melbourne foi um fim de semana fora da curva e espera reação a partir deste fim de semana do GP do Bahrein.
 

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“Esperávamos mais quando fomos para Melbourne. Em particular, eu esperava mais de mim mesmo. Mas não é tão terrível quanto pareceu ser na classificação, então nós temos grandes esperanças de que podemos melhorar num futuro próximo”, declarou o novato em entrevista coletiva para a imprensa russa.

 
“Nossa meta é ganhar uma posição no pelotão do meio, o que significa alcançar a segunda parte da classificação, lutando para chegar à final, e aí lutar por pontos. Sim, nós estivemos bem longe na Austrália, mas espero que tenha sido apenas um daqueles fracassos que você sempre espera ter durante uma temporada”, complementou.
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