Massa espera GP de Cingapura muito difícil por umidade e calor, mas diz: “Pista é recompensadora”

Felipe Massa faz, neste domingo, seu último GP de Cingapura como piloto de F1. O brasileiro acredita em particularidades e dificuldades para o fim de semana, proporcionadas sobretudo pelo clima na região do circuito de Marina Bay

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O fim de semana do GP de Cingapura de F1 vai marcar também a despedida de Felipe Massa do circuito de Marina Bay como piloto. O brasileiro viveu na cidade-estado talvez um dos grandes dramas da sua carreira, quando, em 2008, teve problemas durante um pit-stop com reabastecimento com a Ferrari e perdeu uma grande chance de somar pontos importantes na corrida marcada pela batida proposital de Nelsinho Piquet. O fato acabou sendo determinante para a perda do título mundial para Lewis Hamilton no fim daquela temporada.
 
Oito anos depois, Massa encara o GP de Cingapura como um prazer em relação à pista, mas com a expectativa de uma jornada difícil em razão do clima úmido e quente. 
 
“Cingapura é uma das corridas noturnas que nós temos, junto com Bahrein e Abu Dhabi. É uma corrida muito difícil. Muito úmida e quente; uma corrida complicada para todos e uma das mais difíceis do calendário”, declarou o brasileiro em prévia divulgada pela Williams nesta segunda-feira.

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Massa se mostrou feliz por ter a chance de voltar a pilotar (pela última vez) em Cingapura no fim de semana (Foto: Getty Images)
“Dito isso, eu curto muito correr lá e é uma pista muito recompensadora. É sempre bom correr em Cingapura”, complementou Felipe.
 
Uma das grandes novidades para o fim de semana é a adoção dos pneus ultramacios. Massa escolheu nada menos que oito jogos dos pneus roxos, além de quatro jogos de supermacios e um de macios. Valtteri Bottas, por sua vez, também vai com oito jogos de ultramacios, mas com três de supermacios e dois de macios.
 
Pat Symonds, diretor-técnico da Williams, também ressaltou o clima quente e úmido na cidade-estado, mas se mostrou confiante no desempenho da Williams, que conquistou dois quintos lugares nos últimos anos, contrariando o histórico recente de performances ruins em circuitos mais travados.
 
“A mudança de Monza para Cingapura é um dos extremos, indo do circuito de mais baixo downforce e arrasto da temporada para o circuito de rua onde a ênfase é no alto downforce e em uma boa aderência mecânica. Cingapura proporciona muitos desafios singulares, o que não seria diferente sendo uma corrida noturna. Isso, contudo, também traz algumas vantagens: estar tão perto da Linha do Equador nos faz prever com exatidão o ambiente e a temperatura da pista”, disse o engenheiro britânico.
 

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“O circuito recompensa a aderência em baixa velocidade e a tração. Isso também tem uma alta demanda de frenagem em certas áreas, o que requer uma boa aderência mecânica. É um circuito onde nós estivemos razoavelmente bem nos últimos anos, então estamos ansiosos para somar alguns bons pontos para continuar nossa luta no campeonato”, finalizou.

 
A Williams luta pelo quarto lugar do Mundial de Construtores contra a Force India. No último GP da Itália, o time britânico retomou a posição e agora soma 111 pontos, contra 108 da equipe de Sergio Pérez e Nico Hülkenberg.
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