Montezemolo diz que mudanças trouxeram complexidade à F1 e desaprova “pilotagem de taxista”

Presidente da Ferrari chama de "pilotagem de taxista " a possibilidade de os pilotos serem obrigados a calcar seu modo de guiar no controle do consumo de combustível

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O presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, declarou que não gosta das dificuldades de compreensão que as mudanças recentes da F1 causam para espectadores e até para os pilotos. O chefão do reino de Maranello chamou de “pilotagem de taxista” o fato de os pilotos guiarem pensando no limite do consumo de combustível, algo palpável para a temporada que se avizinha.

“Eu não gosto desse tipo de pilotagem de taxista”, disse, de acordo com a ‘Autosprint”. “O que eu não gosto é da complexidade na interpretação de uma corrida, do ponto de vista tanto dos pilotos quanto dos espectadores”, afirmou.

Luca di Montezemolo não gosta das complexidades que mudanças causam para espectadores e pilotos (Foto: Getty Images)


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“Até ontem você só olhava para os pneus, a maior parte da atenção era para o controle dos pneus. Era estranho ver um piloto liderando, mas você não poderia considerá-lo realmente na liderança, porque logo ele teria que fazer um pit. Ficava difícil entender a corrida”, analisou.

“Hoje, acima de tudo, você precisa adicionar à preocupação o consumo de combustível para não exceder o limite permitido numa corrida. Eu prefiro o tipo de F1 em que você precisa sempre forçar até o limite”, contou. “Não podemos estar entre aqueles que não dão um passo à frente por uma F1 mais tecnológica e inovadora, porque depois nós levamos isso para a produção de carros”, seguiu.

Sobre o projeto da F14T, Montezemolo analisou algumas partes, disse que o carro ferrarista solucionou alguns problemas que os modelos dos últimos anos tinham, ao mesmo tempo em que a dificuldade ao redor do grid com a confiabilidade dos novos carros deve se manifestar em Melbourne.

“Para nós, tem sido como montar um quebra-cabeça: algumas coisas saíram do jeito que queríamos; outras, não, como a dificuldade entre equilibrar as partes elétrica e de combustão do motor. A parte que mais me agradou foi a correlação entre o túnel de vento e o sistema de informações, que têm sido nosso problemas pelos últimos quatro anos”, disse.

“Esses novos F1 híbridos representam um projeto extremamente complexo. O fato das dificuldades também serem encontradas pelos outros, demonstra isso. Confiabilidade é importante; será interessante ver quantos carros terminam a primeira corrida”, completou.

O GP da Austrália abre a temporada em 16 de março e terá cobertura completa do GRANDE PRÊMIO.

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