Palmer ignora temporada de oito pontos da Renault, lembra de fábrica “fantasma” e vê 2016 melhor que esperado

Jolyon Palmer era parte da Lotus e seguiu com a equipe após a compra da Renault. Desta forma, o piloto inglês acompanhou a transição e disse que quando estava claro que a venda aconteceria, mas ainda não tinha sido concretizada, a fábrica estava como uma "cidade fantasma". Só no começo de 2016 o trabalho começou em Enstone. Por isso, na avaliação dele, o ano terrível da Renault foi melhor que o esperado

 

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Vendo como terminou a temporada 2016 da F1 para a Renault qualquer um imaginaria que foi o fim de um ano doloroso o bastante para a equipe da fábrica francesa. Mas acontece que há quem imagine que os oito pontos em 21 corridas foram traços de uma temporada melhor do que o esperado. Quem falou foi Jolyon Palmer, que segue como um dos pilotos do time para 2017.

 

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Palmer passou 2015 como piloto reserva da então Lotus e disse que acompanhou todo o trabalho durante o inverno europeu para saber exatamente o que teria nas mãos no ano seguinte. O que revelou, porém, foi que a fábrica só passou a trabalhar no carro de 2016 no começo do ano, quando o acordo da venda da Lotus para a Renault foi finalizado. Antes, de acordo com o piloto, a fábrica parecia uma "cidade fantasma" e, por isso, ele achou que viveria um ano de ainda mais fim de fila.

 
"Eu pensei que seria até mais difícil em termos de desempenho do carro, ainda que pareça estranho porque tivemos bastante dificuldade. Nós dois [Palmer e Kevin Magnussen] entramos no Q2 na Austrália, e eu nunca pensei que seria possível começar o ano assim. Eu estive com o time todo o inverno: não havia nada na fábrica em dezembro, era uma cidade fantasma", disse. 
 
"Só depois que o acerto foi confirmado que pudemos começar a construir o carro – e na F1, se você começa errado é difícil se recuperar em um ano", seguiu.
Jolyon Palmer a bordo da Renault (Foto: Getty Images)
"Estar em posição de lutar com a McLaren, Haas e Toro Rosso, regularmente na segunda metade da temporada mostrou nosso progresso. Na primeira metade, estávamos quilômetros atrás", avaliou.
 
Entre os oito pontos do ano que passou, apenas um deles foi conquistado por Palmer: o décimo lugar no GP da Malásia. Mas a Renault conseguiu, assim, ficar com o nono lugar do Mundial de Construtores – Sauber e Manor terminaram, respectivamente, com dois e um ponto. Era o objetivo.
 
"É o que eu queria no começo do ano – seguir com a Renault em 2017 e garantir que terminássemos em nono lugar do Mundial de Construtores. Esse é o time que pode crescer e lutar por vitórias e títulos no futuro, então a oportunidade está aqui. Eu preciso seguir melhorando para que eles continuem tendo fé em mim. Assim, estarei em ótima posição para conseguir o que quero na F1", encerrou.
 
Amplamente criticado durante o primeiro ano, Palmer volta para a equipe, mas agora ao lado de Nico Hülkenberg, contratado para capitanear o projeto. Magnussen preferiu sair e seguir a vida na Haas.
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