Pontos de Ericsson no Bahrein mostram Sauber além das expectativas e com esperança de deixar fim do pelotão

Marcus Ericsson cruzou a linha de chegada em nono no GP do Bahrein e mostrou duas coisas – que pode render em algumas oportunidades e que o carro da Sauber tem pontos fortes. Desse jeito, a equipe suíça pode superar o prognóstico inicial de ficar na lanterna na F1 – mesmo que Charles Leclerc tenha dificuldades

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2018 começou sem expectativa de grandes notícias para a Sauber – mesmo anunciando a parceria com a Alfa Romeo, se esperava que a equipe suíça voltasse a ser a pior da F1. Não está sendo o caso: depois de uma apresentação honesta na Austrália, a equipe voltou a chamar atenção ao conquistar um nono lugar com o outrora apedrejado Marcus Ericsson. Só se passaram duas das 21 corridas da temporada, mas a esperança de ver os suíços desgarrando do fundo do grid é cada vez maior.
 
Dá para afirmar isso porque o resultado de Ericsson não veio por sorte. O GP do Bahrein não foi um mar de abandonos, afetado pelo clima – por motivos óbvios –, ou marcado por golpes de sorte. Marcus foi nono por causa da estratégia ousada de pneus, com apenas uma parada, mas que não teria funcionado se o C37 não tivesse virtudes. Fosse uma carroça, as ultrapassagens na reta principal viriam aos milhões. E quem anda bem em Sakhir consegue repetir a dose em outros ‘Tilkódromos’ – China, Rússia, Estados Unidos e Abu Dhabi. Já imaginou a alegria da Sauber se der para ser verdadeiramente competitiva em uma parte considerável da temporada?
Marcus Ericsson encantou no Bahrein (Foto: Sauber)

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No ritmo atual, a Sauber pode escapar da lanterna da F1 até com certa facilidade. Enquanto a Williams parece capaz de viver a pior temporada de sua história, os suíços são capazes de garimpar pontos aqui e ali. Em um grid de dez equipes, ser a nona já seria uma vitória – e olha que a escuderia de Hinwil está em oitavo hoje, mas a vantagem sobre a Force India não deve durar muito.
 
Para pontuar em todas as oportunidades, a Sauber precisa de confiança plena nos pilotos. E aí está a outra questão: mesmo limitado, Ericsson faz parte da família desde 2015 e está plenamente adaptado. O mesmo não pode ser dito da grande aposta dos alvirrubros para 2018, Charles Leclerc. O atual campeão da F2 teve dificuldades claras no Bahrein.
 
A impressão que fica é que, por melhor que seja, Leclerc não tem como escapar do período de adaptação ao carro da F1. Em análise simplista, Charles é tão estreante quanto Lance Stroll ano passado – e todo mundo lembra do sufoco que o canadense passou nos primeiros meses de Williams.
Charles Leclerc enfrenta mais dificuldades do que se esperava (Foto: Sauber)

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Não dá para dizer que a aposta da Sauber no monegasco deu errado porque a evolução é questão de tempo, mas cada oportunidade perdida pode ser custosa. No Bahrein, Leclerc rodou sozinho no treino classificatório e não acompanhou Ericsson na corrida. Os comentários do piloto, lamentando a dificuldade de adaptação a um carro que sai mais de frente, indicam uma jornada mais turbulenta do que o imaginado em 2018.
 
No GP da China do próximo fim de semana, uma nova chance para a Sauber. Para pontuar, para surpreender com Ericsson e para tentar evoluir com Leclerc.
”O IMPORTANTE NÃO É SÓ LEVAR DINHEIRO”

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