Por maior liberdade e a pedido das equipes, FIA simplifica e acaba com ‘regra Verstappen’ para temporada 2017

A FIA atendeu a um pedido das equipes e decidiu simplificar o regulamento para uma melhor análise dos incidentes de corrida. A ideia é ter menos investigações durante as provas. E uma das primeiras medidas foi acabar com a ‘regra Verstappen’

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A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) decidiu abandonar a chamada 'regra Max Verstappen' que rege a conduta dos pilotos em zonas de frenagens na F1, em uma tentativa de permitir uma maior liberdade nas disputas por posição em 2017. O órgão-mor do automobilismo também optou por uma linha mais simples para a análise dos incidentes de corrida, atendendo a um pedido feito pelas equipes. A ideia é reduzir o número de casos investigados durante as provas. 

 
No fim da temporada passada, a entidade máxima do esporte a motor no mundo esclareceu as regras relativas às disputas mais acirradas, em resposta às queixas com relação ao modo como o jovem Verstappen vinha defendendo suas colocações na pista, especialmente mudando de direção nas áreas de frenagem. 
 
Como consequência dessas alterações, Sebastian Vettel acabou sendo punido pela forma como se defendeu de Daniel Ricciardo, na luta que ambos travaram na parte final do GP do Méxicoo no ano passado. Agora, porém, a FIA optou por liberar esse tipo de manobra. "Alguns incidentes que vimos no ano passado serão tratados de forma ligeiramente diferente, simplesmente porque a 'regra Verstappen' agora se foi", revelou Charlie Whiting, diretor de provas da F1, nesta quinta-feira (23), em Melbourne.
Verstappen causou mudanças nas regras da F1 (Foto: Red Bull Content Pool)

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"Antes, dissemos que qualquer movimento na zona de frenagem seria investigado. Agora, temos uma regra simples que diz que, se efetivamente um piloto se moveu de forma errática ou desnecessariamente lenta demais ou ainda se comportou de uma maneira que possa colocar outro competidor em perigo, então aí ele será investigado", explicou o inglês.

 
"Portanto, há um regulamento mais amplo agora. A maneira como interpretamos os regulamentos no ano passado foi usando as regras que tínhamos sobre a mudança de trajetória, que era potencialmente perigosa. Aí, portanto, tínhamos de relatar isso aos comissários."
 
"Agora, cada incidente será tratado apenas com base em se foi ou não uma manobra perigosa e não necessariamente porque o piloto se movimentou na área de frenagem", completou o dirigente.
 
Whiting disse ainda que a simplificação das regras era um desejo das equipes para este ano, e a FIA trabalhou muito com os comissários neste sentido. Ainda, para melhorar a consistência das decisões dos comissários, foi criado um arquivo de vídeo com os incidentes chave. E os comissários terão um rápido acesso às informações na hora de julgar um episódio neste ano. "Este foi um pedido dos times. Eles queriam menos investigação, apenas nos casos mais claros de perigo", disse Charlie.
 
"Tivemos uma reunião ontem com todos os delegados, e revisamos os incidentes mais polêmicos do ano passado para ver como seriam tratados sob as novas regras", acrescentou o dirigente.
 
Apesar de todas as alterações, Whiting esclareceu por fim que as regras que falam sobre apenas uma mudança de direção na defesa de uma posição seguem valendo.

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