Red Bull revela que problema hidráulico fez pensar que Pérez “não chegaria ao fim”

Ainda de acordo com Christian Horner, chefe da Red Bull, ar parecia sumir da equipe quando Max Verstappen abandonou GP do Azerbaijão

Max Verstappen perdeu a corrida ganha em Baku após estouro de pneu (Vídeo: F1)

A Red Bull viveu uma enorme decepção perto do fim do GP do Azerbaijão deste domingo (6), mas mesmo assim venceu a corrida. Sergio Pérez levou a melhor após um estouro de pneus tirar o mel das mãos de Max Verstappen a menos de cinco voltas para o fim. De acordo com o chefe da equipe, Christian Horner, o mexicano também tinha problemas. E problemas graves, que fizeram a equipe considerar a hipótese de um abandono.

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O chefe da equipe elogiou a participação do mexicano em Baku pela velocidade e capacidade de se manter no controle da situação mesmo com dificuldades hidráulicas.

“Sergio foi rápido por todo o fim de semana. A única volta que ele não acertou foi na classificação. O ritmo estava impressionante, passou a Ferrari e se não tivesse ido muito para dentro [do colchete] no pit-stop, talvez tivesse feito o undercut para cima de Max também. Encarou Hamilton bem e ainda cuidou de um problema hidráulico que chegou a nos fazer considerar que o carro não chegaria até o fim da corrida”, afirmou.

Horner avaliou a relargada e deu uma leve alfinetada na rival: a mágica da Mercedes não funcionou.

“Ele não largou bem, Lewis largou, mas dá para ver que os freios soltavam fumaça, então a mágica [da Mercedes] não funcionou ali. Daí em diante foi uma questão de baixar a cabeça e olhar para o problema hidráulico torcendo que não atrapalhasse. Agora voltamos a um circuito clássico, o que será interessante. O jogo está aberto”, falou.

Desolado Max Verstappen (Foto: AFP)

Antes de Pérez assumir a ponta, ele completava uma dobradinha com Verstappen na frente. O resto de desolação de Horner no pit-wall após o abandono do líder do campeonato disse tudo que se precisava do ponto de vista da equipe, mas Horner reiterou: o mundo sumiu de baixo dos pés da equipe austríaca.

“Tínhamos acabado de checar com Max e tudo estava bem. Então, bum! [explosão] e o pneu se foi e não sei o motivo. Aparentemente não estava muito desagastado. Se foram destroços ou alguma outra coisa, não sei, mas algo aconteceu. É um lugar ruim para sofrer um acidente, mas, ainda bem, está tudo certo. Estávamos controlando bem os pneus, e, de repente, deu para ver murchando. Não deu para saber ainda se foi por conta da sujeira da batida anterior. Precisamos recuperar o pneu e analisar inteiramente. Naquele momento, parecia que o mundo está despencando abaixo de nós”, disse.

Por fim, dedicou a vitória a Mansour Ojjeh, homem-forte histórico da McLaren e acionista desde 1984, morto aos 68 anos idade neste domingo. “Uma perda terrível. Todo o respeito aos amigos e família”.

Após o GP do Azerbaijão, a Fórmula 1 continua com o GP da França em duas semanas.

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