Sainz se vê em último ano na Toro Rosso na próxima temporada e traça nova meta: “Estar em equipe grande e lutar pelo título”

Carlos Sainz tem em mente que vai fazer sua terceira e última temporada pela Toro Rosso em 2017. Depois, quer alçar voos maiores, seja correndo na Red Bull ou em outra grande equipe do grid. O objetivo do talentoso espanhol é um só: lutar por vitórias e títulos. Mas, para chegar lá, Sainz sabe que tudo depende de uma grande temporada no ano que vem

 

Carlos Sainz Jr. ainda tem pela frente mais um ano de contrato com a Toro Rosso, mas o espanhol já vislumbra seu próximo passo na carreira como piloto de F1. O desejo de Sainz é continuar na escuderia de Faenza somente até 2017, quando vai disputar sua terceira temporada pelo time, e depois alçar voos mais altos. Seja na Red Bull ou em outra equipe de ponta. Durante um evento de um patrocinador no último fim de semana, Sainz enxerga uma possibilidade futura até mesmo na Mercedes, mas apenas para 2018.

 
“Vejo como uma opção real, talvez não para 2017 porque já tenho minha mentalidade totalmente focada na Toro Rosso e em fazer um terceiro ano igual ou melhor que este, mas sim”, reiterou o espanhol de 22 anos.
 
“O objetivo, como disse muitas vezes, é dar um passo além em 2018 e estar em uma das equipes de ponta e poder começar a lutar por títulos. Isso passa por fazer um bom 2017”, salientou.

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Carlos Sainz tem em mente que 2017 será seu último ano na Toro Rosso (Foto: Red Bull Content Pool)
Sainz teve uma chance de mudar de equipe já no ano que vem. A Renault abriu uma vaga e mostrou muito interesse em contar com o madrileno, mas a Red Bull exerceu a força do seu contrato e barrou a transferência. Assim, a Renault contratou Nico Hülkenberg e fez Carlos esperar mais um ano para ter uma nova oportunidade em uma equipe de fábrica.
 
Ainda bastante jovem e perto de rumar para sua terceira temporada na F1, Sainz não se vê adotando o surpreendente gesto de Nico Rosberg, que parou no auge e encerrou sua trajetória na F1 cinco dias após ter conquistado o título mundial.
 
“Não estou nesta posição. Tomara algum dia eu esteja, mas gosto tanto do que faço e falta tanto a percorrer que, ainda que eu vença um, dois ou três títulos, não gostaria de me aposentar. Vejo a vitória como uma droga. Sempre que venci nas categorias de base, queria vencer mais. Então não acho que seja o meu caso”, comentou o dono do carro #55.
 
Carlos lembrou que também foi pego de surpresa com o anúncio-bomba de Rosberg. “Estava jogando golfe e, quatro horas depois, liguei meu celular, e tinha dez ligações perdidas dos meus amigos, que me perguntavam se eu estava sabendo do Rosberg. Logo me dei conta e fiquei alucinado.”
 
“Dar a cara a bater, dizer que não está pronto para utar por outro título, que não tem a mesma motivação, é preciso ser corajoso para fazer isso. Respeito plenamente sua decisão e sei que ele a tomou porque agora tem uma prioridade maior em sua vida, que é sua família. Mas fui surpreendido, não esperava nada do tipo”, finalizou.
 
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