Wolff elogia e diz que Wehrlein “merece estar na F1”. Mas fecha as portas da Mercedes: “Não é um lugar para aprender”

Pascal Wehrlein foi o responsável por levar as duas piores equipes da F1 à façanha de pontuar nas duas últimas temporadas, com Manor e Sauber, respectivamente. Mas apesar do reconhecido talento, o alemão deve ficar fora do grid em 2018. Toto Wolff, chefe da Mercedes, entende que o jovem merece seguir no Mundial, mas não na equipe prateada: “Queremos pilotos rápidos e experientes”

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Ao que tudo indica, as portas da F1 estão fechadas para Pascal Wehrlein para a próxima temporada. Com apenas uma vaga a ser definida para 2018, na Williams, o alemão se viu sem lugar depois de deixar a Sauber para ser substituído pelo talentoso monegasco Charles Leclerc. Mesmo contando com o importante apoio da Mercedes, Pascal não tem o mesmo respaldo, por exemplo, de Esteban Ocon, que graças à força de Toto Wolff conseguiu o posto de titular da Force India. Por sua vez, Wehrlein só teve chances para mostrar seu talento nas duas piores equipes do grid: na Manor, no ano passado; e na Sauber, nesta temporada, alcançando o feito de levar as duas à zona de pontuação.

 
Mas as boas performances não foram suficientes para Wehrlein continuar no grid em 2018. Chefe da Mercedes, Wolff reconhece o cenário difícil para o pupilo, porém entende que Pascal merece continuar no Mundial. Mas não na Mercedes, uma vez que o dirigente austríaco entende que a equipe tetracampeã da F1 não é um lugar para pilotos com pouca experiência.
 
“Pascal está numa situação difícil porque não há lugar para ele no ano que vem se a porta da Williams se fechar. Ele merece estar na F1, é um bom piloto”, disse o dirigente em entrevista à revista britânica ‘Autosport’.
Wolff diz que Wehrlein merece seguir na F1. Mas não na Mercedes (Foto: AFP)
“Na pista, suas atuações foram excepcionais, e por outras tantas razões que vão muito além da pilotagem as portas não se abriram tanto como esperávamos. Acho que ele tem o potencial para ser um piloto de sucesso na F1”, destacou Wolff.
 
Contudo, Toto justificou o fato de não escolher Wehrlein para fazer parte da Mercedes como titular. “Nosso objetivo é identificar o próximo Lewis Hamilton e isso não é uma tarefa fácil porque ele está a um nível incrível. A decisão que tomamos é que queremos pilotos rápidos e experientes. A Mercedes não é um lugar para aprender, você precisa ser muito completo antes de se unir a nós”.
 
Por outro lado, a Mercedes vai trabalhando para promover dois pilotos. Um deles, Esteban Ocon, se destacou na sua primeira temporada completa com a Force India, somando pontos em 18 das 20 corridas do calendário. É um nome de futuro, bem como o de George Russell, de apenas 17 anos. Campeão da GP3, o britânico teve suas primeiras chances de pilotar um F1 nos treinos livres do Brasil e Abu Dhabi, também com a Force India.
 
Ao analisar o programa de desenvolvimento de pilotos da Mercedes, que também revelou Wehrlein, Wolff se diz satisfeito.
 

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“Até o momento estou contente com o programa, como está se desenrolando e, quem sabe, dentro de dois ou três anos tenhamos o próximo piloto júnior que vem da F4 ou da F-Renault em um Mercedes, como fizeram George Russell ou Esteban Ocon. Esteban tem um lugar na Force India e é um grande valor da F1, muitas equipes mostraram interesse nele”, comentou.

 
“George está apenas no começo da sua jornada até à F1. E alcançou nosso objetivo em comum: ser campeão da GP3. Agora é ver como vai ser na F2 no ano que vem. Os testes com a Force India foram bons, mas é muito cedo para que ele esteja na F1. Aí é onde começa o negócio pra valer”, concluiu o chefe da equipe tetracampeã mundial.
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