Wolff fala em encontrar jeito de tornar F1 menos previsível e diz entender Ecclestone: “O produto dele é difícil de vender”

Chefe da Mercedes, Toto Wolff avaliou que é perfeitamente possível encontrar alternativas para tornar a F1 menos previsível. Dirigente afirmou que a posição de Bernie Eccestone é perfeitamente compreensível, já que é difícil vender um produto onde os fãs já sabem o vencedor de antemão

Chefe da Mercedes, Toto Wolff acredita que existem caminhos para tornar a F1 menos previsível. Desde o início da era dos motores V6 turbo, a escuderia de Brackley vem dominando o Mundial.
 
No cenário atual, os construtores estão discutindo uma série de opções para modificar o regulamento e têm até o dia 15 de janeiro para apresentar propostas após vetarem a ideia de um motor independente.
Toto Wolff acredita que é possível tornar F1 menos previsível (Foto: Mercedes)
Falando à publicação inglesa ‘Autosport’, Wolff disse entender o ultimato de Bernie Ecclestone e garantiu que a Mercedes está disposta a colocar seus interesses de lado em favor do esporte.
 
 “Está bem claro que nós queremos avançar e tenho discutido bastante com Bernie diariamente sobre a direção que as coisas deveriam seguir”, disse Wolff. “Às vezes nós temos opiniões diferentes, metas diferentes, e eu sei e absolutamente entendo qual é o objetivo dele”, continuou.
 
“O produto dele é difícil de vender se você sabe antes da largada qual piloto ou time vai vencer”, reconheceu. “Igualmente, e ele aceita isso, como disse muitas vezes, no nosso mundo, nós precisamos otimizar a performance da Mercedes”, defendeu.
 
“Agora nós precisamos alinhar, encontrar um compromisso e perguntar o que podemos fazer para tornar um pouco menos previsível, para dar um pouco mais de variedade”, comentou. “Da perspective dele, pelo que eu entendo, tem outros jogadores que estão muito mais otimistas, que sobem no trem por sua pequena causa. Bernie é responsável pelo show e você precisa ouvir”, seguiu.
 
Questionado se era possível atingir um acordo que agradasse construtores, Ecclestone e a FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Wolff respondeu: “Sim, claro”.
 
“No esporte, nos negócios, como em qualquer outra relação, o tema é compromisso, e encontrar o melhor compromisso”, defendeu. “Nós estamos discutindo a portas fechadas — e estamos fazendo comentários estranhos e controversos na imprensa —, o que é necessário para reenfatizar o que é necessário, mas eu não quero participar desse jogo”, concluiu.
 

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