Próxima da segunda geração, FE promete encontrar novos fins para baterias atuais: “Ainda podem durar anos”

O diretor-geral da Fórmula E, Alejandro Agag, afirmou que a categoria está definindo o que fazer com as atuais baterias da Williams, que param de ser utilizadas ao fim da temporada, mas confirmou que serão reaproveitadas e, no futuro, recicladas. Também assegurou que os chassis serão, em grande parte, negociados

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Numa categoria em que o objetivo é promover uma forma mais sustentável e amistosa à natureza, é evidente que a Fórmula E não pode sair por aí descartando as tecnologias que ficam defasadas com o passar dos anos. Com muitas mudanças certas para a próxima temporada, com novos chassis e baterias, a Formula E Holdings – empresa detentora da categoria – já tem uma ideia do que fará com os modelos atuais. 

 
De acordo com Alejandro Agag, diretor-geral da FE, a intenção com as baterias fornecidas pela Williams para as primeiras quatro temporadas é a realocação para laboratórios, armazenamento de energia solar ou até a negociação com outras instituições. Afinal, ainda que limitadas para carros de corrida, são baterias potentes para outras situações.
 
"As baterias podem durar muito mais se você não está usando-as para correr num ambiente súper competitivo", disse Agag em entrevista ao site inglês 'Motorsport.com'. "Utilizadas em laboratórios corporativos ou algo assim, essas baterias têm anos de vida ainda. Podem ser usadas em escolas, para estocar energia solar e assim por diante. Definitivamente vamos usá-las e elas são um bem que pertence à FE", afirmou.
 
Agag garantiu também que as baterias serão recicladas uma vez que cheguei ao fim da vida útil – o que ainda vai demorar. Segundo o chefão, existe uma indústria crescente para isso.
Felix Rosenqvist derrotou Sébastien Buemi em Marrakech (Foto: FIA Formula E)

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"No fim da vida [útil] elas serão recicladas, com certeza. Há uma grande capacidade [de negócio] sendo criada agora para reciclar baterias de veículos elétricos, será um grande negócio. 99% das baterias será reciclado", assegurou.

 
Sobre os chassis SRT_01E, produzidos pela Spark e que também saem de linha a partir do fim desta jornada, Agag falou que há muito interesse. Especialmente naqueles que venceram corridas e para colecionadores. O próprio Agag disse que quer o carro com o qual Lucas Di Grassi venceu o eP de Pequim de 2014, prova inicial da história. 
 
"Especialmente os chassis que ganharam corrida, porque essa geração será a mais histórica – em 40 ou 50 anos esses carros terão grande valor. Eu quero comprar o primeiro carro vencedor de corrida, mas vou ter que pagar por ele", falou. 
Gen2, os novos carros da FE (Foto: Divulgação)
"Muita gente me perguntou sobre os chassis vencedores com a intenção de comprar. Alguns vão para colecionadores, alguns vão para eventos coorporativos, mas definitivamente iremos usá-los", encerrou.
 
Os testes com os novos chassis e baterias já começaram. A temporada atual retorna em 14 de abril, direto de Roma. 
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