Com mescla de ralicross e cross-country, Mitsubishi Cup abre temporada 2017 no autódromo Velo Città

A temporada 2017 da Mitsubishi Cup, a 18ª da história do campeonato, começou. No Velo Città, a categoria testou a mistura de ralicross com cross-country, que agradou

 
A 18ª temporada da Mitsubishi Cup começou com tudo neste domingo (2). Além de duas provas de cross-country de velocidade em um trajeto de 32km, montado em meio à cana-de-açúcar, as duplas encararam uma disputa emocionante de ralicross, modalidade que mescla asfalto e terra, no Autódromo Velo Città.
 
Edgar Fabre, veterano na Mitsubishi Cup, aprovou as novidades. "O dia todo foi diferente. As voltas estão mais cross-country, priorizando bastante a navegação. E a cereja do bolo foi o Ralicross, um misto de autódromo com grama e terra. Foi fantástico, adorei. Só engrandece ainda mais a Mit Cup", ressalta Fabre, que corre ao lado do piloto Deninho Casarini a bordo de uma L200 Triton Sport RS.
 
A temporada 2017 também marca a estreia de Carlos Eduardo Sachs como diretor de prova. Em seu currículo, 17 anos na organização do Rali dos Sertões, maior competição off-road do Brasil, e também do tradicional Rali dos Amigos, além de participações como navegador no Rali Dakar, no Campeonato Brasileiro e na própria Mitsubishi Cup. "É uma satisfação ser diretor técnico do melhor campeonato do Brasil", fala Du Sachs. "As duplas podem esperar muita navegação nessa temporada, provas prazerosas sempre e, claro, prezando pela segurança das duplas. É cross-country e o navegador terá um papel sempre muito importante".
 
Além da Mitsubishi Cup, o Autódromo Velo Città foi palco de outros dois ralis, realizados simultaneamente neste sábado: o rali de regularidade Mitsubishi Motorsports e o de estratégia e tarefas Mitsubishi Outdoor. Participantes, famílias, amigos e convidados puderam assistir bem de perto a disputa do Ralicross, e empolgaram-se com os carros de rali correndo lado a lado e fazendo ultrapassagens emocionantes. "Foi de arrepiar. O prazer é esse: participamos do primeiro Ralicross do Brasil, e foi fantástico", ressalta Sachs.
Mitsubishi Cup no Velo Città (Foto: Mitsubishi)
Campeões da etapa
 
Na categoria L200 Triton ER Master, Thiago Rizzo e Leonardo Magalhães venceram. "A prova mudou bastante, tivemos que confiar na navegação e acelerar mais. Teve muito buraco e lombas… O nível técnico subiu muito esse ano. E o Ralicross foi show de bola, uma adrenalina fora do normal, bem divertido", fala Rizzo. "Fizemos um trabalho legal. São desafios novos e que exigem muito mais do conjunto", completa Leonardo.
 
Já na L200 Triton ER, Alessandro Cesar Tozoni e Gilze Araújo levaram a melhor. "Na primeira especial voltamos às origens do rali: uma pista trabalhosa, piso não tão limpo, mais cross-country mesmo. E ainda brincamos um pouco no Ralicross: a adrenalina vai a mil", fala Alessandro. "A gente se divertiu muito, mesmo errando na primeira prova. Mudamos a estratégia e fizemos o que sabemos fazer", explica Gilze.
 
Na nova categoria L200 Triton Sport RS, novidade do ano no grid, Rodrigo Meinberg e Luis Felipe Eckel foram os melhores. "Tivemos que nos adaptar: a primeira volta foi para entender, porque o rali ficou mais cross-country", explica o navegador. "Foi uma prova bem gostosa, exigiu muito de navegação e bastante da pilotagem, com tocada mais estratégica", fala Rodrigo. "Tem um terço de contribuição de cada um: do piloto, do navegador, e da equipe."
 
A bordo do ASX RS, Vitor José Muench e Jorge Adriano Peters aceleraram fundo e garantiram a vitória. Em 2016, a dupla foi vice-campeã na categoria TR4 ER e este ano estrearam no veículo novo. "O carro é totalmente diferente, forte e rápido, tem que aprender. E a gente se dedica ao trabalho: treina, vai pra pista, faz academia, cuida da alimentação. É um preparo todo", conta Vitor. "Fiquei muito feliz, a dedicação traz resultado."
Mitsubishi Cup no Velo Città (Foto: Mitsubishi)
Já na Pajero TR4 ER, Marcos Chueda e Luiz Afonso Poli foram os vencedores das três provas do dia e fecharam a etapa com chave de ouro. "Teve a surpresa do Ralicross, uma experiência totalmente diferente, que a maioria gostou. Estamos contentes porque trabalhamos há um tempo e hoje chegamos ao objetivo", completa. "Precisamos nos adaptar ao novo estilo de navegação, aperfeiçoar o entrosamento, mas hoje acertamos. Foi show!", comemora Poli.
 
Muitas novidades em 2017
 
Em 2017, a Mitsubishi Cup chega a sua maioridade com várias novidades, que deixarão o campeonato ainda mais disputado e imprevisível. "É impossível pensar na Mitsubishi Motors sem pensar na Mitsubishi Cup. As competições fazem parte do DNA da marca e são importantes para o desenvolvimento e aprimoramento de toda a nossa linha de veículos. Sempre vamos buscar novidades para aperfeiçoar o nosso campeonato e continuar a proporcionar uma experiência única para quem ama o off-road", explica Fernando Julianelli, diretor de marketing da Mitsubishi Motors do Brasil. 
 
Nesta 18ª temporada, serão realizadas sete etapas em que, além do cross-country de velocidade e do Ralicross, disputado nessa primeira data, as duplas formadas por pilotos e navegadores enfrentarão também provas de endurance cross-country, com maior quilometragem e tempo; endurance em terródromo, "time attack" em kartódromo, com disputas de tempo, e ainda uma especial noturna.
 
A temporada 2017 marca também a estreia de dois novos modelos: a L200 Triton Sport RS e o ASX RS 2017. A picape é o veículo mais rápido preparado pela Mitsubishi Motors a participar da Mitsubishi Cup, e está apto para correr o Rali dos Sertões nas categorias Protótipo ou Pró-Brasil. Já o ASX RS 2017, veículo homologado junto à CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) para a Mitsubishi Cup, para o Campeonato Brasileiro e para o Rali dos Sertões, na categoria Production, tem carroceria nova e 194 cavalos de potência.
 
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