“Irritado, frustrado e bravo”: Aleix Espargaró escancara decepção com Aprilia após quarta quebra em três corridas

Depois de garantir a quinta colocação no grid do GP da Catalunha, Aleix Espargaró amargou um novo abandono. Catalão não escondeu decepção com a quarta quebra de motor da Aprilia em três corridas

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Aleix Espargaró usou uma longa lista de adjetivos para definir seu estado de espírito após abandonar o GP da Catalunha por uma quebra de motor. O catalão tinha conquistado em casa o quinto posto no grid, o melhor desempenho da Aprilia em classificação desde o retorno à MotoGP.

 
Com a boa performance nos treinos e a reconhecida qualidade da RS-GP em conservar pneus, Aleix foi para a corrida confiante em suas chances de um top-5, mas viu tudo ir pelo ralo com uma quebra de motor na oitava volta, quando aparecia em oitavo.
 
Irritado após o quarto problema de motor em três corridas, Aleix explicou que sentiu a moto estranha desde a largada, já que não contava mais com a mesma performance exibida no warm-up.
Aleix Espargaró não escondeu irritação com nova quabra da Aprilia (Foto: Michelin)
“Muito irritado”, resumiu Espargaró. “Fizemos um ótimo trabalho durante todo o fim de semana. Acho que tínhamos um bom ritmo para lutar pelo top-5, talvez até por um lugar no pódio”, seguiu.
 

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“Mas, desde a largada, senti que a moto não estava funcionando. Fiz uma boa largada, mas aí a moto estava muito mais lenta do que no warm-up, não estava girando normalmente, e eu estava esperando que o motor parasse. O motor estava destruído”, contou. “Quatro motores em três corridas. Nós precisamos entender o que está acontecendo. Acho que também em Mugello, se eu não tivesse cometido um erro e queimado a largada, eu teria levado a moto até o fim e aí também teríamos o mesmo problema. Estou realmente frustrado. Muito, muito bravo. Realmente desapontado, mas as corridas são assim, e espero que possamos entender o que está acontecendo”, frisou.
 
O mais velho dos irmãos Espargaró reiterou sua confiança em brigar pelo top-5 ou até mesmo pelo pódio em Barcelona.
 
“No começo, todos estavam muito ansiosos, atacando desde o início, e já na quinta volta todos estavam patinando muito. Eu estava confortável, porque tínhamos um bom ritmo com os pneus usados, porque a minha moto não patina, nem mesmo com um pneu bastante usado”, indicou. “Nas últimas dez voltas, alguns pilotos do top-6 estavam virando em 1min49s. Então acho que poderia lutar pelo top-5 com certeza e, talvez, pelo pódio. Mas isso não importante, porque o motor não chegou até o fim”, sublinhou.
 
Além das falhas com Aleix, a Aprilia também teve uma série de problemas mecânicos com Sam Lowes, inclusive no treino classificatório em Montmeló. O britânico, aliás, manifestou sua insatisfação com a marca de Noale logo após o treino que definiu o grid de largada.
 
“Estou muito triste, porque era minha corrida de casa. É muito difícil estar sempre no topo na MotoGP, mas com a Aprilia é ainda mais difícil. E nós mostramos que éramos muito competitivos e, é, não pontuamos. Somos quase os últimos na classificação do campeonato, e acho que isso não é justo. Nós merecemos mais, mas as corridas são assim”, consentiu.
 
Questionado se a performance do fim de semana servia de conforto após o abandono, Aleix respondeu: “No geral, estou muito feliz. A velocidade estava lá. É muito difícil estar no top-5 com esta moto em todas as sessões. Na classificação, no warm-up, em cada sessão, nós mostramos que tínhamos a velocidade, mostramos que tínhamos o ritmo”.
 
“Eu estava muito nervoso no início da corrida. Eu não consegui dormir, porque sabia que eu tinha ritmo para lutar pelo pódio, estou completamente certo disso. Mas, desde o início, a moto era lenta, como ontem no TL3”, explicou. “No TL3 eu parei, porque senti algo estranho, então eu não estava forçando e aí o motor quebrou. Mas, obviamente, hoje eu não podia parar, então eu forcei até a moto dizer pare, acabou”, continuou.
 
“Sabemos com certeza que o motor quebrou. É o mesmo problema que tivemos nas últimas três corridas. Três corridas, quatro motores. E quebramos mais também na América. A especificação é a mesma, mas a diferença é pequena, mas nós sempre quebramos o motor pela mesma razão. Não entendemos o motivo”, encerrou.

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