Lorenzo supera choque inicial, celebra evolução em Sepang e vê Ducati quase pronta: “Podemos vencer corridas”

Décimo colocado na primeira bateria de testes da pré-temporada 2017, Jorge Lorenzo deixou para trás o choque inicial em Sepang e celebrou a adaptação à Desmosedici. Espanhol avaliou que a Ducati tem condições de vencer corridas neste ano

 

Jorge Lorenzo levou um susto com a Ducati na segunda-feira, mas trabalhou duro e conseguiu se adaptar melhor ao novo protótipo. Depois de 177 voltas, o espanhol sai de Sepang com o décimo melhor tempo, apenas 0s399 atrás de Maverick Viñales, o líder dos trabalhos.

 
Nesta quarta-feira, o #99 fez seu melhor giro em 1min59s767 e ficou com no nono tempo. Mesmo reconhecendo que a posição não é das melhores, Lorenzo celebrou a evolução ao longo dos últimos três dias.
Jorge Lorenzo avaliou que a Ducati pode vencer corridas em 2017 (Foto: Ducati)

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“Outro ótimo dia para nós”, disse Lorenzo. “A posição não é fantástica, mas, de novo, uma grande melhora nos tempos de volta e no entendimento da moto. Eu me sinto melhor e melhor o tempo todo, e posso ser mais rápido”, apontou.
 

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“Tentei algo também com a nova moto. Nós também fizemos uma simulação com a nova moto, mesmo que não tenhamos ajustado a moto, fizemos apenas duas voltas, um trecho pequeno, e aí fizemos a simulação”, relatou. “Não foi perfeito, a moto não estava muito bem ajustada, mas, de qualquer forma, foi bom fazer muitas voltas em sequência e entender muitas coisas”, seguiu.
 
“Nós já mudamos muitas coisas. Eu precisei pilotar essa moto de forma um pouco mais agressiva, mais ‘acelera e tira’ com o acelerador e também na freada”, apontou. “Além disso, a moto também precisa melhorar em algumas áreas que Gigi [Dall’Igna] e os engenheiros sabem. Mas também temos muitos pontos fortes dos quais podemos nos beneficiar no futuro”, considerou.
 
Questionado sobre onde está em seu processo de adaptação, Lorenzo respondeu: “É uma questão de tempo. O primeiro dia foi um grande choque, senti que talvez precisasse de mais tempo do que esperava”.
 
“Mas, no fim, foi uma grande melhora em apenas dois dias. Acho que ainda estamos muito longe do nosso limite, mas isso é uma coisa boa, porque já somos rápidos. Isso significa que, quando chegarmos lá, seremos muito, muito rápidos. É isso que esperamos”, ponderou.
 
Lorenzo falou sobre o potencial da Ducati para a temporada 2017 e se mostrou animado com o desempenho da Desmosedici.
 
“Acho que, neste momento, sem nenhuma modificação — no futuro, vamos melhorar alguns pontos que temos de melhorar — podemos vencer corridas”, considerou. “Não sei em relação ao campeonato, mas podemos vencer corridas”, sublinhou.
 
“Mas, para vencer corridas, nós precisamos melhorar em alguns pontos que precisam de melhora, e aí o resultado vai vir”, concluiu.
 
Ainda, Lorenzo comentou sobre a definição de Michele Pirro como analista de pista, assumindo um papel que era executado por Wilco Zeelenberg nos anos de Yamaha.
 
“Wilco é incrível, como pessoal e como explicador. Ele explica muito bem e eu me tornei campeão mundial também graças a ele”, reconheceu. “Estou muito surpreso com Michele, porque finalmente decidimos tê-lo como analista de pista, porque ele pilota a mesma moto que eu e também com tempos de volta competitivos”, continuou.
 
“Ele sabe exatamente o que fazer para se adaptar rapidamente, porque ele ficou aqui quatro ou cinco anos, e, no começo, ele se sentiu mais ou menos como eu, porque ele também prefere ter velocidade de curva”, apontou. “Então ele me aconselhou e, no fim, usar os conselhos dele funciona na pista. Então estou muito feliz com Michele e vamos formar um grande time no futuro”, concluiu.

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