Tailândia tenta se manter no calendário e quer remarcar corrida para novembro

Porta-voz do governo disse à agência AFP que a realização do GP da Tailândia de MotoGP depende de condições como voos e a abertura dos aeroportos. País do sudeste asiático registrou 3.195 casos de Covid-19 até terça-feira

A Tailândia não desistiu de receber a MotoGP na temporada 2020. O governo local admitiu que planeja adiar a corrida para o fim de novembro. A informação é da agência de notícias AFP.

Originalmente, o GP da Tailândia estava marcado para 22 de março, mas a corrida acabou adiada por conta da pandemia do novo coronavírus. No calendário divulgado até aqui, porém, a etapa Buriram consta como dúvida, assim como os GPs das Américas, da Argentina e da Malásia. A programação atual prevê 13 corridas, todas na Europa.

Tailândia é uma das corridas de maior público da MotoGP (Foto: Divulgação)

Diretor-executivo da Dorna, Carmelo Ezpeleta acredita que as corridas fora da Europa não são viáveis sem a presença do público. A versão final do calendário, entretanto, deve sair ainda neste mês.

Nesta quarta-feira (8), o governo tailandês anunciou que tenta estender o acordo com a Dorna para continuar recebendo o Mundial de Motovelocidade até 2025. Porta-voz do governo, Traisuree Traisaranakul confirmou a proposta de receber o GP deste ano em 22 de novembro.

A Tailândia tem aos poucos reaberto suas fronteiras para pessoas que viajam a negócios ou para turismo médico.

“Depende de condições como voos, a abertura dos aeroportos e a disponibilidade das pessoas”, explicou a porta-voz.

De acordo com dados divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), a Tailândia contabilizou até terça-feira 3.195 casos de Covod-19, com 58 mortes. O país foi o primeiro fora da China a registrar a doença.

A porta-voz confirmou, ainda, que para manter a MotoGP no país por mais cinco anos, o governo da Tailândia vai pagar metade da taxa de € 50 milhões (cerca de R$ 300,8 milhões). Uma das corridas de maior público da temporada, o GP arrecadou ฿ 3 bilhões (em moeda local Bate, equivalente a R$ 511,5 milhões) em cada um dos últimos dois anos.

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