Lawson diz que comentário sobre McLaren “era piada” e critica “coisas tiradas de contexto”
Liam Lawson virou alvo de críticas após dizer que a McLaren precisava honrar as origens do fundador Bruce e ouvir o hino da Nova Zelândia na Fórmula 1, e não o do Reino Unido
Depois de Toto Wolff alegar que a fala sobre o “prazo de validade” de Lewis Hamilton havia sido tirada de contexto, agora foi a vez de Liam Lawson fazer o mesmo. Presente em Las Vegas para competir na 22ª etapa da temporada 2024 da Fórmula 1, o piloto da RB (Visa Cash App RB) rebateu as críticas recebidas após ter dito que a McLaren precisava honrar as origens e ouvir o hino da Nova Zelândia ao vencer na categoria, e não o do Reino Unido.
A equipe papaia foi criada em 1963, pelo então piloto neozelandês Bruce McLaren, e está na categoria principal do automobilismo desde 1966. Hoje, é uma das mais consolidadas e vitoriosas equipes da história, abrigando grandes nomes do esporte ao longo do tempo e também expandindo a operação para outros campeonatos, como Indy, Mundial de Endurance (WEC) e Fórmula E.
O time, porém, costuma correr sob bandeira britânica e ouve o hino ‘God Save The King’ após as corridas. Há cerca de dez dias, durante uma participação no podcast Red Flag, Lawson falou sobre o assunto e disse que a McLaren deveria ouvir o hino da Nova Zelândia para honrar as origens de seu fundador.
Depois de ter recebido algumas críticas por causa do comentário, Liam decidiu se explicar melhor durante a coletiva de imprensa desta quinta-feira (21), em Las Vegas, que também contou com a presença de Lando Norris, piloto da escuderia de Woking. “Acho que isso é algo que estou aprendendo na Fórmula 1. Como Lando disse, as coisas são tiradas de contexto”, disse aos repórteres.

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“E é irônico, pois eu estava rindo quando fiz esse comentário em um podcast. E era mais uma piada, mas obviamente foi levado muito literalmente. Então, sim, realmente não tenho nada a acrescentar sobre o assunto”, continuou, antes de falar mais uma vez sobre o ídolo de infância e o orgulho que sente por representar seu país.
“Obviamente, tenho muito orgulho de ser da Nova Zelândia e da nossa história no automobilismo. Bruce McLaren é alguém que é um ícone absoluto no país. Então, alguém que eu admirava e sobre quem aprendi muito, digamos, quando era mais jovem. Então, sim, obviamente tenho orgulho de ser neozelandês, mas não tenho nada a acrescentar sobre o hino nacional”, encerrou.
O GRANDE PRÊMIO acompanha AO VIVO e EM TEMPO REAL todas as atividades do GP de Las Vegas, na Las Vegas Strip, e transmite classificação e corrida em segunda tela, em parceria com a Voz do Esporte, na GPTV, o canal do GP no Youtube. Depois das atividades de cada dia, debate tudo o que aconteceu no Briefing. Na noite de quinta-feira (21), às 23h30 (de Brasília, GMT-3), acontece o treino livre 1. Depois, na madrugada de sexta-feira (22), às 3h, os pilotos realizam a segunda sessão. Ainda na noite de sexta-feira, retornam para o terceiro treino livre, às 23h30. Em seguida, na madrugada de sábado (23), disputam a classificação. Por fim, a largada da corrida em Las Vegas será no domingo (24), às 3h.
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