Leclerc vê problema e diz que Ferrari “não consegue explicar” drama com pneu médio

Charles Leclerc apontou ter passado por maus bocados em Portugal com os pneus C2 - médios lá e que serão novamente os médios na Espanha

Lewis Hamilton conquistou a vitória 97 na F1: assista aos melhores momentos do GP de Portugal de F1 (Foto: GRANDE PREMIO com Reuters)

A temporada da Ferrari é positiva, especialmente levando em conta o que aconteceu no ano passado, mas Charles Leclerc ainda tem grandes interrogações sobre certos aspectos do trabalho com o carro em 2021. Um dos grandes, conforme contou em Barcelona, está nos pneus médios. O monegasco ainda não foi capaz de definir como agir com eles.

O monegasco, que atualmente ocupa a quinta colocação do Mundial de Pilotos, avaliou que, durante o GP de Portugal, conseguiu andar muito bem com os pneus duros ao passo que o companheiro, Carlos Sainz, foi bem com os macios. Mas os médios – que foram os pneus C2 em Portugal e serão novamente em Barcelona, de acordo com a designação da Pirelli – representaram problema.

“Infelizmente, tem algo que não conseguimos explicar ainda com os pneus médios. Sofremos um pouco com os dois carros. Com os macios para o Carlos e os duros para mim, fomos fortes e ficamos onde esperávamos, mas com os médios tem algo que não funciona para nós. Estamos tentando entender e melhorar a partir disso”, disse em entrevista na última sexta-feira.

“Não acredito que seja algo preocupante para nós [a longo prazo], mas com os médios certamente tivemos problemas. Podíamos ter feito algo melhor, como pilotos, e temos ideias sobre o que causou a dificuldade, estamos avaliando essas hipóteses no momento. Sempre leva um longo tempo para analisar bem os dados”, seguiu.

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Leclerc guiando em Portimão (Foto: Ferrari Media)

“Eu provavelmente devo ter uma abordagem diferente agora, indo passo a passo no fim de semana para ter referências mais consistentes e seguir em frente no fim de semana, o que não fiz. Eu tentei forçar o máximo do carro na reta no primeiro treino livre e tive dificuldades com o carro. Em Portugal, nunca tive confiança e referência para o resto do fim de semana, e nessas condições, paguei o preço por ter sido inconsistente nos treinos livres”, afirmou.

“Creio que se mantivermos nosso ritmo com os macios e duros, como fizemos em Portimão, teremos boas chances aqui. É uma pista muito boa para ver qual carro é o mais completo, pois aqui tem um pouco de tudo, altas, médias e baixas velocidades. Então será interessante para nós e tentaremos maximizar o resultado”, concluiu.

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