Chefe da Haas rejeita afirmações sobre carro ser cópia da Ferrari e reclama de ‘acusadores’: “Falam sem conhecimento”

As acusações - ou ao menos dúvidas - sobre a parceria técnica da Haas com a Ferrari, aumentadas após o bom desempenho, antes das quebras, dos carros do time americano no GP da Austrália, irritaram Günther Steiner. Para o dirigente, quem fala isso não tem conhecimento da situação da equipe

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McLaren e Force India já pediram investigação: seria o carro da Haas forte demais um ano após um campanha fraca? É possível essa evolução mostrada no GP da Austrália, antes das quebras que tiraram tanto Romain Grosjean como Kevin Magnussen da briga?

As dúvidas em relação ao desempenho da Haas chegaram aos ouvidos de Günther Steiner, chefe do time americano. E o italiano não gostou nada. Inclusive, respondeu de forma forte, durante entrevista para a 'BBC'.

Segundo o dirigente, os 'acusadores' falam "sem inteligência e sem conhecimento" da situação da Haas. E afirmou que, se estão incomodados, que devem fazer protesto oficial junto à F1.
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Romain Grosjean (Foto: AFP)

Para algumas rivais, a parceria técnica da Haas com a Ferrari parece ter ido "além dos limites" do regulamento. A Haas compete com motor, câmbio e bateria fornecidas pela Ferrari.

“Nunca fizeram algo assim antes na F1. Eu só quero saber como pode ser que alguém que está aqui há dois anos, sem recursos, consiga produzir um carro [bom]. Isso acontece por mágica? Se sim, eu quero a varinha”, chegou a dizer Otmar Szafnauer, chefe da Force India.

Para Steiner, os adversários estão "vendo fantasmas". "Não entenderam o carro. Dizem que parece com o da Ferrari de 2017. Então deveríamos ter copiado o carro deles, que estão atrás de nós, ou deveríamos ir com um carro que vai bem rápido? Me respondam isso", provocou.

Kevin Magnussen (Foto: Haas)

Günther ainda afirmou que a distância entre os eixos do carro deixa clara a diferença entre o carro da Haas com o antigo da Ferrari. A Haas utiliza, neste ano, a suspensão 2018 da Ferrari, que é maior que a do ano passado.

"Temos a mesma distância de eixos que a Ferrari. Temos a mesma suspensão. Por que seria diferente? É uma questão de lógica. Se você precisa justificar sua incompetência, atacar (os outros) é a melhor defesa. Se alguém com o dobro de dinherio da gente está atrás de nós, quem manda no time deveria se perguntar o que estão fazendo por lá", seguiu Steiner.

"Isso se chama competição. Talvez ano que vem sejamos os últimos. Quando se acusa, é necessário ter argumentos, não apenas suposições", completou o chefe da Haas.

"RIDÍCULO E LEVIANO"

AJUDA DELIBERADA DA HAAS À FERRARI? NÃO FAZ SENTIDO ALGUM

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