Feliz na Lotus, Räikkönen diz que voltou à F1 por amor e que sair da Ferrari foi "uma libertação"

Depois de vencer em Abu Dhabi e se firmar como a terceira força da temporada 2012, Kimi Räikkönen se mostrou contente na Lotus e disse que “sair da Ferrari foi uma libertação”. O piloto também afirmou que não voltou à F1 por dinheiro ou diversão, mas, sim, por amor ao esporte

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Depois de obter a primeira vitória da Lotus em 25 anos no último domingo (4), em Abu Dhabi, Kimi Räikkönen não escondeu a satisfação com a conquista e também deixou transparecer o quão contente está na equipe inglesa, com quem já renovou o vínculo por mais um ano. O finlandês de 33 anos retornou à F1 nesta temporada depois de dois anos de ausência, quando se dedicou às provas do Mundial de Rali. No fim de 2009, Räikkönen se viu fora da F1, porque a Ferrari decidira rescindir seu contrato um ano antes para trazer Fernando Alonso ao time.

“Sair da Ferrari foi uma libertação”, afirmou Kimi, que atualmente ocupa a terceira colocação no Mundial de Pilotos, mas sem chance mais de lutar pelo título. Ao diário espanhol ‘Marca’, o nórdico completou a frase dizendo, entretanto, que não guarda rancor da antiga equipe, mas ressaltou que o fim do acordo com o time poderia ter sido tratado de modo diferente.

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Räikkönen celebra vitória em Abu Dhabi (Foto: Red Bull/Getty Images)

“Não guardo recordações boas nem más da Ferrari. Ganhei um título com eles. Estou satisfeito pelos três anos que passei lá. Talvez tivesse sido possível fazer um pouco mais, mas não sei por que não se fez e não quero também falar sobre as razões que me levaram a não continuar com eles”, explicou Räikkönen, que defendeu as cores de Maranello entre 2007, quando foi campeão, e 2009. Antes disso, Kimi foi piloto da McLaren entre as temporadas de 2002 e 2006.

“A situação, com certeza, poderia ter sido conduzida de maneira diferente, mas o que está feito, está feito e não há volta. As coisas nunca duram muito onde as relações não são boas”, completou.

Räikkönen ainda mostrou um lado mais sensível que foge um pouco do personagem frio que tanto caracteriza sua personalidade. “Gosto muito das histórias da F1 antiga, porque tudo parecia mais fácil. E eu voltei à F1 por amor ao esporte, não dinheiro ou diversão”, contou. “Vivo a vida como quero e até agora tenho me dado muito bem assim”, acrescentou o piloto.

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